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EF07GE12Geografia · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Comparar unidades de conservação existentes no Município de residência e em outras localidades brasileiras, com base na organização do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

Natureza, ambientes e qualidade de vidaBiodiversidade brasileira
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EF07GE12 da BNCC é uma daquelas que a gente precisa trazer pra realidade dos meninos, sabe? Na prática, o que a gente quer é que eles consigam entender e comparar as áreas de conservação ambiental, tanto as que estão aqui pertinho da gente, no nosso município, quanto aquelas espalhadas pelo Brasil. E aí entra o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), que é tipo um guia pra ajudar a gente a entender como essas áreas são organizadas e pra quê servem.

E assim, os alunos precisam conseguir olhar pras unidades de conservação e ver o que cada uma tem de diferente e de igual. Por exemplo, eles têm que entender que aqui perto pode ter um parque estadual e lá na Amazônia tem uma estação ecológica, e cada um tem suas regras, seus objetivos. Isso não é só sobre guardar uma lista na cabeça, mas sobre entender o porquê dessas áreas existirem e o que elas fazem pro meio ambiente e pra sociedade. E aí a gente liga isso tudo ao que eles já aprenderam antes sobre biomas, ecossistemas, biodiversidade... então não é algo do nada. Eles já sabem um pouco sobre como os diferentes ambientes têm diferentes tipos de vida, e agora vão ver como protegemos isso tudo.

Agora deixa eu contar como eu faço isso em sala. Bom, uma atividade que gosto de começar é com um mapa bem grandão das unidades de conservação do Brasil. Eu imprimi esse mapa uma vez em pedaços A4 e juntei tudo na parede da sala. O negócio é impressionante! Divido a galera em grupos pequenos, tipo 4 ou 5 alunos — isso ajuda eles a debaterem mais entre si. Dou uns 20 minutos pra eles olharem o mapa e discutirem entre eles as primeiras impressões. Eles ficam animados tentando achar o Goiás no meio daquela imensidão de cores e nomes.

Teve uma vez que o João, todo empolgado, achou que tinha visto uma unidade de conservação dentro da cidade dele! Ele tava viajando um pouco, mas foi um jeito legal dele começar a perceber como algumas dessas áreas podem estar mais perto do que a gente imagina. Depois eles compartilham as descobertas com a turma toda e eu vou guiando a conversa pra destacar as diferenças entre os tipos de unidades — parques nacionais, reservas biológicas, etc.

Outra atividade que faço é levar uns recortes de notícias sobre unidades de conservação — pode ser coisa simples recortada do jornal ou impressa da internet. Aí peço pra cada grupo analisar uma notícia. Eles leem juntos em uns 15 minutos e depois têm que explicar pros outros o que entenderam do papel daquela unidade na notícia. Esse papo às vezes fica acalorado! Da última vez, a Ana Paula tava super empolgada porque a notícia dela falava da reintrodução de uma espécie quase extinta numa reserva aqui perto. Ela ficou toda animada explicando pros colegas como isso podia impactar na biodiversidade local.

Por fim, sempre gosto de fazer uma saída a campo. Já levei eles pra visitar uma área de proteção ambiental aqui no município — nada chique demais não, viu? A ideia é eles verem com os próprios olhos aquilo tudo que falamos em sala. Dessa vez levei eles pra Área de Proteção Ambiental da Serra Dourada. O pessoal ficou encantado com a paisagem e com o tanto de coisa que descobriram só observando e perguntando ao guia local. Fazemos isso num período de aula só — saímos cedinho e voltamos antes do almoço.

O Pedro Henrique ficou espantado quando viu um tamanduá bandeira pela primeira vez! Parecia outra coisa na cabeça dele quando ele só lia nos livros ou via nas fotos. Essa experiência direto no campo é sempre muito rica, porque traz à tona discussões super produtivas quando voltamos à sala. Aí eles começam a fazer aquelas conexões entre teoria e prática — tipo "Ah, então é por isso que aquela unidade lá na Amazônia é tão importante...".

Olha, ensinar essa habilidade é dar chance pros alunos perceberem o valor das nossas áreas naturais protegidas e como elas tão aí pra ajudar não só o meio ambiente mas também as futuras gerações. E assim vamos indo, né? Cada dia aprendendo mais um pouco com os meninos e vendo como eles se surpreendem com esse monte de coisa interessante que temos no nosso país!

É isso aí pessoal! Vamos trocar umas ideias sobre essas práticas? O que vocês costumam fazer por aí?

E assim, os alunos precisam conseguir olhar pras unidades de conservação e ver o que cada uma tem de diferente e qual é a função delas, né? Isso aí é o ponto chave. Mas como é que eu percebo que eles realmente entenderam isso sem fazer uma prova formal? Bom, pra começar, eu gosto muito de andar pela sala enquanto eles estão fazendo atividades em grupo ou discutindo em par. Aí dá pra escutar as conversas e sentir como eles estão assimilando o conteúdo. Um dia desses, por exemplo, eu tava circulando pela sala e ouvi a Júlia explicando pro Pedro que a diferença entre um parque nacional e uma reserva biológica não é só no nome, mas em como cada um é usado. Ela falou algo tipo "o parque a gente pode visitar, caminhar, enquanto na reserva é mais pra pesquisa e preservação". Na hora pensei "Ah, a Júlia pegou direitinho o conceito".

Também na hora das apresentações eu consigo perceber bem. Quando a galera vai à frente da sala pra mostrar o trabalho sobre uma unidade de conservação específica, sempre dá pra notar quem entendeu de verdade. É no jeito que falam sobre as áreas, como conectam com exemplos do nosso entorno. Outro dia o Lucas apresentou sobre a Chapada dos Veadeiros e fez uma comparação esperta com o Parque Municipal aqui da cidade. Mostrou que ambos são importantes, mas têm funções diferentes. Esse tipo de conexão é um sinal claro de que ele absorveu o conteúdo.

Agora, os erros mais comuns... Ah, esses aparecem bastante. Um bem frequente é confundir os tipos de unidade de conservação. Tipo a Mariana que comentou certa vez que a estação ecológica da região permitia visitação pública livremente. E aí entra o erro porque, na real, as estações são super restritivas em termos de visitação. Isso acontece porque muitos deles acham que todas as áreas de conservação são iguais em termos de acesso e uso. Na hora eu sempre puxo um diálogo pra corrigir: "Olha, Mariana, lembra daquele esquema que fizemos sobre os diferentes tipos? Então, cada um tem regras específicas". Além disso, tento sempre usar mapas e esquemas visuais pra reforçar essa diferença.

Aí tem também o Matheus e a Clara. O Matheus tem TDAH, então manter ele focado requer algumas estratégias extras. Uma coisa que funciona bem é dividir as atividades em partes menores e com prazos curtos pra ele ir completando aos poucos. Uma vez fiz isso com uma pesquisa sobre o SNUC, dividi o tema em tópicos e dei prazos pequenos pra cada parte. Ele conseguiu se concentrar melhor assim. Já tentei deixar ele mais livre também, mas aí foi um caos... Perdeu o foco rapidinho.

Com a Clara, que tem TEA, eu procuro usar materiais visuais e bem organizados. Ela se dá melhor quando tem uma estrutura clara do que vai aprender. Mapa conceitual é algo que funciona muito bem com ela. Lembro de uma vez que ela ficou super animada ao montar um com imagens das unidades de conservação do estado num cartaz todo colorido.

Ah, mas nem tudo sempre dá certo né? Já teve atividade em grupo que não rolou muito bem pro Matheus por causa da distração, ele ficou meio perdido enquanto os colegas faziam tudo. E com a Clara, já usei textos muito extensos achando que ia ajudar ela a se aprofundar mais no tema, mas foi ao contrário — ela acabou ficando ansiosa por não conseguir acompanhar.

Bom pessoal, é isso aí! Eu acho que essa habilidade EF07GE12 pode ser bem trabalhada quando a gente tenta trazer tudo isso pro universo deles, usando exemplos concretos e adaptando as atividades conforme as necessidades de cada um. No fim das contas, ver eles conseguindo conectar esses conceitos com a realidade é o melhor termômetro pra mim. Até a próxima conversa por aqui!

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