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EF06LI23Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Empregar, de forma inteligível, os adjetivos possessivos.

GramáticaAdjetivos possessivos
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Oi pessoal, tudo bem? Hoje vou falar um pouco de como eu trabalho a habilidade EF06LI23 da BNCC na minha turma do 6º Ano. Essa habilidade fala sobre usar adjetivos possessivos de forma inteligível, e pra mim isso quer dizer que os alunos precisam entender e usar adjetivos possessivos em inglês de um jeito que faça sentido. Então, por exemplo, eles têm que conseguir dizer coisas como “my book,” “your pen,” ou “their house” e saber de quem eles estão falando. É importante pra eles conseguirem se comunicar e entender quando estão lendo ou ouvindo coisas em inglês.

Bom, antes de chegar no 6º Ano, a galera já deve ter tido contato com isso, tipo lá no 5º ano, quando começam a aprender as primeiras palavras e formar frases simples. Então, no 6º ano, a missão é fazer eles usarem os adjetivos possessivos além do básico, ajudando a ligar isso com o que eles já sabem sobre pronomes e substantivos. É tipo passar de só decorar pra realmente entender e aplicar no dia a dia.

Agora vamos às atividades que eu faço pra ajudar a galera a pegar o jeito dos adjetivos possessivos. A primeira atividade que eu sempre faço é bem simples: uso cartões com imagens e palavras. A galera adora esse visual! Eu preparo cartões com figuras de objetos cotidianos, tipo um livro, uma mochila, uma caneta, e tudo mais. No verso dos cartões eu coloco frases incompletas como “This is ____ book” ou “That is ____ dog”. A ideia é que eles preencham com o adjetivo possessivo correto.

Nessa atividade eu divido a turma em duplas. Cada dupla recebe alguns cartões e eles têm uns 10 minutos pra completar o máximo de frases. Depois a gente faz uma revisão em conjunto e eu peço para algumas duplas lerem as frases completas em voz alta. A última vez que fizemos isso, o Pedro achou super fácil e ajudou a Maria a entender melhor como usar ‘our’ e ‘their’. Eles ficam bem competitivos às vezes pra ver quem completa mais rápido, mas é uma competição saudável.

A segunda atividade é uma música! Escolho uma música bem conhecida que tenha bastante uso de possessive adjectives. Uma que funciona muito bem é "You're Beautiful" do James Blunt, tem vários trechos com my, your... Imprimo as letras da música sem os adjetivos possessivos e a turma tem que preencher enquanto escuta. Eles gostam muito porque é algo diferente do habitual, mexe com som, ritmo... E tá ali na letra da música o uso real da língua.

Da última vez, o João ficou super empolgado porque reconheceu a música da rádio e ficou todo animado quando conseguiu preencher as lacunas na primeira tentativa. Eu deixo eles ouvirem umas duas ou três vezes antes de corrigirmos juntos. Essa atividade costuma levar uns 20 minutos e dá uma animada na aula.

A terceira atividade é meio teatral. Chamo de “Role Play dos Possessivos”. Divido a turma em grupos de 4 ou 5 alunos e dou um cenário pra eles improvisarem uma pequena cena. Podem ser coisas do tipo: "Vocês estão numa loja comprando presentes para amigos", "Vocês são uma família planejando férias", etc. Nessa atividade eles têm que usar muitos adjetivos possessivos enquanto falam nos seus papéis.

E olha, as cenas são muito engraçadas! Da última vez, o Lucas fez todo mundo rir dizendo "This is my father’s phone but it’s not my problem if he lost it!" Bem típico dele arranjar um jeito engraçado de resolver a situação proposta pelo grupo. Esse tipo de atividade leva uns 30 minutos porque depois de cada apresentação discutimos o que foi usado corretamente ou não.

É muito bom ver como essas atividades ajudam os alunos a se soltarem mais na hora de usar o inglês. Acho super importante manter um ambiente onde eles se sintam à vontade para errar e tentar de novo sem medo. E assim vamos avançando nas habilidades pra fazer da língua inglesa algo cada vez mais natural no dia a dia deles.

Espero que essas ideias sejam úteis pra vocês também! Qualquer dúvida ou sugestão me falem aí! Até a próxima!

antes de chegar no 6º Ano, os meninos já têm uma noção básica de inglês, mas é nessa fase que a coisa começa a ficar mais séria. A habilidade EF06LI23 foca muito na comunicação, e eu tenho algumas formas de perceber se eles estão pegando a ideia sem precisar enfiar prova na frente deles. Tipo assim, quando estou circulando pela sala, sempre fico de olho nas interações entre eles. Tem vezes que você vê a Ana virando pro Pedro e usando “your book” de forma natural, sem nem pensar muito, e aí eu sei que ela pegou a ideia. Acho que o mais legal é quando eles começam a ajudar uns aos outros, sabe? Outro dia, o Lucas tava explicando pra Júlia o porquê de usar “her” em vez de “his” quando falavam da irmã dela. Cara, aí você vê que o negócio tá entrando na cabeça deles.

Teve uma vez que a Sofia virou pro Gustavo e disse: “This is my pen, not your pen.” Na hora eu pensei: pronto, ela entendeu direitinho o conceito do possessivo. É legal porque eles começam a usar isso até fora das atividades formais, nos papos do recreio mesmo. Outro exemplo bacana foi o João e o Felipe brincando de espião e usando frases tipo “our secret” ou “their mission”. Ver eles trazendo isso pro dia a dia é sinal de que a sementinha tá germinando.

Agora, claro que nem tudo são flores! Os erros aparecem e às vezes são bem engraçados. Um dos erros mais comuns é trocar os adjetivos possessivos, tipo dizer “his” pra menina ou “her” pra menino. O Gabriel vive confundindo esses dois. Outro dia ele falou “her brother” quando queria dizer que era o irmão dele mesmo! Bom, isso acontece porque no português não temos essa diferenciação tão marcada, é tudo “dele” ou “dela”, então fica meio confuso pra eles. Quando pego esse erro na hora, tento corrigir de maneira tranquila. Falo algo como: “Gabriel, se você tá falando de você mesmo, como seria?” E ele geralmente percebe rapidinho.

Outra confusão comum é esquecer o possessivo e usar só o sujeito, tipo trocar “my friend’s book” por “me book”, só traduzem literalmente e fica meio torto. O Ricardo fez isso na última atividade. Eu dei uma dica pra ele lembrar que em inglês precisa do “my” pra fazer sentido.

Agora, com o Matheus que tem TDAH e a Clara que tem TEA, eu dou uma atenção extra pra garantir que eles estão acompanhando o ritmo da turma. Pro Matheus, eu uso muito material visual e manipulações concretas. Tipo assim, cartões coloridos com frases tipo "my car", "your house" pra ele mexer e ver na prática como as coisas se encaixam. Ele gosta bastante de participar de jogos interativos em inglês que ajudam a fixar essas palavras. E eu dou um tempo maior pra ele nessas atividades porque sei que ele precisa desse tempo extra pra processar as informações.

Com a Clara, o desafio é um pouquinho diferente porque ela tem interesses muito específicos e às vezes não quer participar das atividades mais abertas. Então eu sempre tento incluir temas do interesse dela nos exercícios. Se ela tá numa fase de gostar de dinossauros, por exemplo, eu crio frases pra ela completar com adjetivos possessivos sobre dinossauros: "This is my dinosaur" ou "Their nest is big". Isso ajuda ela a se conectar melhor com a atividade.

Uma coisa que não deu certo foi tentar fazer uma roda de conversa grande envolvendo todos ao mesmo tempo com pouco planejamento prévio; ela ficou um pouco sobrecarregada com tanto estímulo junto. Desde então eu tento organizar grupos menores e permitir que ela interaja mais diretamente comigo ou com menos colegas por vez.

Bom pessoal, por hoje é isso! Espero que essas dicas e essas histórias ajudem vocês também! Se tiverem outras experiências ou dicas sobre trabalhar essa habilidade ou com alunos com TDAH e TEA, compartilhem aí! Tamo junto nessa missão!

Até mais!

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