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EM13CO26Computação Ensino Médio · 2º EM Ano · Ensino Médio

Aplicar os conceitos e pressupostos do direito digital em sua conduta e experiências com o cotidiano da cultura digital, bem como na produção e uso de artefatos computacionais.

CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, gente, quando a gente fala dessa habilidade EM13CO26 da BNCC, é aquele negócio de entender como o direito digital funciona e aplicar isso no dia a dia, sabe? A gente tá vivendo numa época em que tudo é digital, então, os meninos precisam sacar como se comportar nesse meio. Não é só saber mexer em tecnologia, mas entender as regras do jogo: privacidade, segurança, respeitar os direitos dos outros e por aí vai. É tipo assim: os alunos precisam saber que existem leis e normas pra usar a internet e as tecnologias de forma responsável. Na prática, é entender que não pode sair compartilhando foto dos outros sem autorização ou que não dá pra usar qualquer música num vídeo sem pensar nos direitos autorais.

No ano passado, no primeiro ano do ensino médio, a galera já tinha uma base sobre o que é cidadania digital - coisas tipo não passar fake news, ter cuidado com o que posta e tal. Então, agora no segundo ano, a gente aprofunda isso, trazendo essa questão do direito mesmo: o que diz a lei? Como isso me afeta? É importante pro aluno saber que é responsável pelo que faz online.

Aí tem três atividades que eu faço na sala pra ajudar os meninos a entenderem isso. E olha, é simples mas funciona!

A primeira atividade é um debate sobre privacidade online. Uso uns artigos de sites de tecnologia que falam sobre casos reais de vazamento de dados ou de empresas que abusaram de informações pessoais. Eu organizo a turma em dois grupos e dou uns 30 minutos pra eles lerem e discutirem entre si antes de começarem o debate em si. Ah, e sempre deixo eles escolherem um líder do grupo pra ajudar a organizar as ideias. O legal é que isso gera bastante discussão e os alunos ficam bem engajados. Na última vez, o João e a Maria estavam discutindo com tanto entusiasmo que quase esqueceram que era só um debate. Eles realmente se empolgaram pra defender seus pontos de vista!

Outra atividade que gosto de fazer é uma pesquisa sobre casos famosos de direito digital. Peço pros alunos pesquisarem na internet sobre algum caso onde o direito digital foi importante — pode ser uma treta com direitos autorais ou um caso de invasão de privacidade famoso. Deixo eles escolherem os casos porque isso dá mais liberdade e cada um acaba trazendo algo diferente pra sala. Dou uma aula inteira pra isso (uns 50 minutos) e depois cada dupla apresenta o seu caso pro resto da turma. Da última vez, o Lucas trouxe um caso bem interessante sobre um artista famoso que teve suas músicas usadas sem permissão num comercial. E olha, todo mundo ficou impressionado com a situação porque não imaginavam como essas coisas acontecem com tanta frequência.

A terceira atividade é fazer eles criarem uma campanha de conscientização sobre o direito digital. Divido a turma em pequenos grupos e dou um tempinho pra eles pensarem na mensagem que querem passar — tipo umas duas aulas (então umas 100 minutos no total) pra planejar e executar. Eles podem fazer cartazes, vídeos ou até memes educativos — qualquer coisa que ajude a chamar atenção. O bacana é ver como eles se viram pra criar algo legal e informativo ao mesmo tempo. Na última vez que fizemos isso, o grupo da Ana bolou uns memes muito engraçados mas cheios de informação relevante sobre como proteger seus dados online.

O mais interessante dessas atividades todas é ver como os alunos começam a pensar mais criticamente sobre o uso da tecnologia no dia a dia deles. Eles passam a perceber que tem muita coisa por trás do "simples" ato de usar um aplicativo ou compartilhar uma informação. E claro, sempre rola aquele momento engraçado quando percebemos em turma alguma prática errada comum que todo mundo faz sem pensar.

No fim das contas, meu objetivo é instigar neles esse olhar crítico e responsável sobre o mundo digital. Porque não adianta saber usar as ferramentas se não souber usar bem, né? E aí vamos construindo cidadãos mais conscientes aí nessa selva digital. Espero ter ajudado vocês com essas ideias! Qualquer coisa, tô por aqui!

E aí, gente, continuando a conversa sobre a habilidade EM13CO26, vou contar como percebo que os alunos realmente entenderam o conteúdo, sem precisar daquela prova formal. A gente sabe que nem sempre uma prova escrita vai mostrar o quanto eles entenderam, né? Eu gosto mesmo é de observar o dia a dia na sala de aula.

Tipo assim, quando eu tô circulando pela sala enquanto eles estão fazendo alguma atividade em grupo, eu presto bastante atenção nas conversas. É ali que dá pra sacar quem pegou a ideia. Quando um aluno explica pro outro com naturalidade e confiança, aí você vê que ele tá confortável com o que aprendeu. Lembro do dia que a Luísa tava explicando pro João sobre a importância de não compartilhar informações pessoais online. Ela falou assim: "João, se você não sairia falando isso no meio da praça do centro da cidade, por que você postaria online?" Aí eu pensei: "Essa realmente entendeu!"

Outra situação é quando um aluno levanta a mão e faz uma pergunta que vai além do que foi ensinado. Isso mostra que ele tá ligando os pontos e pensando por conta própria. O Pedro uma vez perguntou algo tipo: "Professor, mas e se alguém hackear minha conta e postar coisa errada? Ainda sou eu o responsável?" Aí eu vi que ele tava entendendo as consequências práticas das coisas.

Agora, sobre os erros mais comuns, olha só: o Lucas, por exemplo, sempre confunde privacidade com segurança. Ele acha que se ele colocar uma senha supercomplicada tá tudo seguro e privado. Já peguei ele postando foto com localização ativada e depois reclamando que alguém sabia onde ele tava. Esses erros acontecem porque eles confundem conceitos e tão acostumados a usar tecnologia de forma automática, sem pensar direito nas implicações.

Quando percebo um erro desses na hora, eu paro tudo e dou aquele exemplo bem prático: "Lucas, imagina se você estivesse de casa cheia de câmeras sem cortina e alguém olhasse lá dentro. Não adianta ter porta com senha forte se a janela tá aberta!" E sempre tento levar isso pro lado prático pra fixar melhor.

E agora falando do Matheus, que tem TDAH, e da Clara, com TEA. Olha, como cada aluno é diferente, tentar adaptar as atividades pra eles é essencial. Pro Matheus, eu sempre tento quebrar as atividades em partes menores e mais curtas. Ele precisa de pausas frequentes pra manter o foco. Tive um sucesso legal usando timers visuais pra ele saber quanto tempo falta pra próxima pausa. Já tentamos usar fones de ouvido com ruído branco, mas ele disse que se sentia ainda mais distraído.

Com a Clara, a questão principal é a clareza e a previsibilidade das atividades. Ela gosta quando tudo tá bem explicado e não tem muita mudança de rotina. Então eu sempre faço cronogramas visuais da aula pra ela poder seguir. E também dou opções de como ela pode participar: ela pode escolher entre escrever ou desenhar algo sobre o tema discutido. Uma vez deixei ela usar um tablet pra fazer pesquisas durante uma atividade porque ela adora tecnologia e isso deixa ela confortável.

Claro que nem tudo funciona de primeira. Já tentei fazer um trabalho em dupla entre ela e outro aluno pra estimular a interação social, mas percebi que só gerou ansiedade. Então hoje tento integrar ela em grupos maiores onde ela possa contribuir sem pressão direta.

Bom, pessoal, acho que é isso por hoje! Espero que essas histórias ajudem vocês aí também com suas turmas. Às vezes é no dia a dia mesmo que a gente percebe o aprendizado acontecendo. Enfim, se alguém tiver mais dicas ou quiser compartilhar experiências parecidas, tô aqui pra trocar ideia! Valeu e até mais!

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