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EM13CO09Computação Ensino Médio · 3º EM Ano · Ensino Médio

Identificar tecnologias digitais, sua presença e formas de uso, nas diferentes atividades no mundo do trabalho.

CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EM13CO09 da BNCC é bem interessante de trabalhar, viu? Na prática, a gente tem que ajudar os alunos a perceberem como as tecnologias digitais estão em tudo quanto é canto hoje em dia, principalmente no mundo do trabalho. Então, quando eu falo sobre essa habilidade, eu penso em como a gente pode mostrar pros meninos que aquele celular, o computador ou até o software que eles usam no dia a dia, são ferramentas que também fazem parte de várias profissões. Não é só mostrar o que é uma tecnologia ou onde ela tá presente, mas também como ela é usada nas mais diversas áreas.

A turma do 2º ano já vem com uma base do 1º ano onde eles aprenderam sobre os fundamentos de computação, tipo linguagens de programação básicas, o que ajuda bastante. Eles já têm uma noção do que é um algoritmo, por exemplo. Então, a ideia agora é trazer isso pra realidade do mercado de trabalho. É como se a gente estivesse preparando eles pra entenderem que esses conhecimentos de tecnologia podem ser aplicados em um monte de coisa e que muitas vezes essas ferramentas digitais são parte essencial de várias profissões.

Uma atividade que eu faço e que dá super certo é um projeto de pesquisa sobre profissões. Eu peço pros alunos escolherem uma profissão que eles acham interessante e investigar como a tecnologia digital tá inserida nesse campo. A gente usa a internet mesmo, com celulares ou computadores da escola quando necessário. A turma fica dividida em duplas pra trocar ideias e dar conta do recado em uma semana. Os alunos se empolgam! Logo na primeira vez que fiz isso, a Ju e o Pedro ficaram surpresos ao descobrir como o uso de drones tá crescendo na agricultura. Foi muito legal ver eles discutindo como isso facilita o trabalho no campo.

Outra atividade que costumo fazer é uma simulação de empresa. Eu separo a turma em grupos e cada grupo "cria" uma empresa fictícia. Eles têm que definir qual produto ou serviço vão oferecer e pensar em quais tecnologias digitais precisam usar pra tocar esse negócio. A gente usa cartolina e canetas pra esboçar organogramas e fluxos de processos, e dá pra terminar em três aulas. A primeira vez que fizemos isso, o grupo da Ana e do Lucas criou um aplicativo de entrega rápida focado em sustentabilidade. Eles pensaram em usar GPS e análise de dados pra otimizar as rotas. Foi massa ver eles pensando fora da caixinha.

E tem também uma atividade mais prática que é aula sobre programação de planilhas. Pode parecer meio chato falar disso, mas olha, os meninos adoram quando percebem que podem facilitar muita coisa com umas fórmulas simples no Excel ou Google Sheets. Eu levo meu notebook e conecto no projetor pra ir mostrando os passos enquanto eles acompanham nos computadores da sala ou nos celulares mesmo. Em duas aulas dá pra fazer bastante coisa. Uma vez o Gabriel ficou impressionado ao ver como dava pra calcular automaticamente o orçamento de um evento da escola usando tabelas dinâmicas.

Essas atividades não só ajudam os alunos a entenderem melhor o papel das tecnologias digitais nas profissões, mas também acabam despertando neles um interesse maior pelo tema. Além disso, eles começam a perceber que conhecimento tecnológico pode ser um diferencial tremendo quando se trata de entrar no mercado de trabalho ou até mesmo empreender. O bacana é ver como cada atividade gera debates interessantes em sala e acaba integrando mais a turma.

No fim das contas, eu acho que trabalhar essa habilidade não é só ensinar sobre tecnologia por si só, mas abrir os olhos dos meninos pro tanto de oportunidade que tá ali na frente deles se souberem usar bem essas ferramentas digitais. E olha, quando você vê a empolgação deles descobrindo essas coisas, dá até um orgulho danado. Bom, vou ficando por aqui. Qualquer dúvida ou se quiserem trocar experiência, tô por aqui!

Aí quando a gente fala em perceber se o aluno aprendeu mesmo, sem ter que aplicar prova, é quase uma arte, né? Tipo, eu fico de olho na hora que tô circulando pela sala e observando como eles interagem com as atividades. Sabe quando o aluno tá ali mexendo no computador e do nada solta um "ah, entendi!"? É música pros meus ouvidos! Também tem aquele momento em que um aluno explica pra outro como fazer determinada tarefa e você vê que ele tá usando as próprias palavras, não tá só repetindo algo decorado. Isso é um sinal forte de que ele realmente compreendeu.

Teve uma vez que o Rafael tava ajudando a Júlia com uma atividade sobre como as redes sociais podem ser usadas em estratégias de marketing digital. Ele começou a explicar pra ela usando o exemplo de um perfil popular que ele seguia e como esse perfil fazia parcerias com marcas. Na hora eu pensei: "Esse entendeu!". O Rafael nem percebeu, mas ele conseguiu aplicar o conceito da aula ao mundo real dele.

Agora, sobre os erros mais comuns, olha... Não é só um ou dois, né? Um erro bem frequente é os meninos acharem que porque sabem usar redes sociais no dia a dia, já entendem tudo sobre como essas plataformas funcionam no mundo profissional. Lembro do João, que uma vez afirmou com toda convicção que sabia tudo sobre redes sociais só porque criava memes. Aí, quando pedi pra ele explicar como funcionam os algoritmos de engajamento, ele ficou meio perdido. Isso acontece porque muitas vezes eles não conseguem fazer a ligação entre o uso pessoal e o profissional das ferramentas digitais. Quando vejo esse tipo de erro na hora, eu paro tudo e faço eles pensarem em exemplos concretos: "Ok, mas por que você acha que só alguns posts têm mais curtidas? Como a plataforma decide isso?" Assim eles vão percebendo as nuances.

O erro da Clara foi diferente. Ela tinha dificuldade em entender o impacto das fake news nas redes sociais. Ela achava que era só uma coisa boba que as pessoas inventavam por diversão. Mas quando mostrei pra turma uns casos reais de notícias falsas que geraram grandes problemas, ela começou a perceber a seriedade do assunto. O segredo foi trazer exemplos bem palpáveis e discutir isso com calma.

Agora, falando do Matheus, que tem TDAH, e da Clara, que tá dentro do espectro autista (TEA), adaptar as atividades pra eles é essencial. Pro Matheus, o negócio é manter o ritmo da aula bem dinâmico. Tipo assim, eu uso pausas frequentes e divido as tarefas em etapas menores pra manter o foco dele por mais tempo. Ele também tem acesso a vídeos curtos e animações sobre os temas pra ajudar na compreensão visual.

Já com a Clara, eu precisei ajustar algumas coisas nas atividades. Ela prefere tarefas mais previsíveis e organizadas. Então, sempre deixo claro qual é o próximo passo e utilizo mais gráficos e esquemas visuais pra ajudar na compreensão do conteúdo. Teve uma vez que tentei fazer um debate espontâneo na sala e vi que ela ficou desconfortável. Troquei essa abordagem por uma discussão guiada com perguntas pré-definidas e isso funcionou muito melhor pra ela.

Enfim, cada dia é uma descoberta nova nessa profissão! A gente vai ajustando aqui e ali conforme vai conhecendo melhor cada aluno e suas necessidades. O importante é sempre manter um olhar atento e estar disposto a mudar as estratégias se preciso for. E é isso aí pessoal, vou ficando por aqui! Se tiverem mais dicas ou experiências pra compartilhar, manda aí! Adoro saber o que tá rolando nas salas de aula desse Brasilzão.

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