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EF06LI10Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Conhecer a organização de um dicionário bilíngue (impresso e/ou on-line) para construir repertório lexical.

Práticas de leitura e construção de repertório lexicalConstrução de repertório lexical e autonomia leitora
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EF06LI10 da BNCC é bem interessante e prática, viu? Basicamente, a ideia é ajudar os meninos a se virarem sozinhos com um dicionário bilíngue, seja ele de papel ou online. Na prática, o aluno precisa entender como procurar uma palavra, identificar seu significado e talvez até ver algumas expressões associadas a ela. Eles precisam conseguir usar isso pra ampliar o vocabulário deles em inglês, né?

A galera vem do 5º Ano já tendo alguma noção de vocabulário básico em inglês. Então, quando eles chegam no 6º Ano, já sabem algumas palavras soltas. O desafio é ajudar eles a serem mais independentes na hora de aprender novas palavras. Tipo assim, quero que eles percebam que não precisam decorar tudo, mas que podem encontrar o que precisam usando um dicionário direitinho.

Vou contar umas atividades que faço que ajudam bastante com essa habilidade. Primeiro, tem uma que chamo de "Caça às Palavras". É bem simples, mas eficaz. Eu divido a turma em grupos de três ou quatro e entrego uma lista com palavras em inglês que eles ainda não conhecem. Aí eles usam dicionários bilíngues impressos ou o celular (quando permitido) pra procurar os significados e anotam num papel. Normalmente levo uns 30 minutos pra essa atividade. Os meninos ficam super envolvidos, porque adoram competir pra ver quem descobre mais rápido. Da última vez que fiz essa atividade, o João Pedro ficou todo contente porque encontrou uma palavra super complicada antes dos coleguinhas. Foi um grito só na sala!

Outra atividade que faço é o "Amigo Dicionário". A gente usa um dicionário online dessa vez. Peço pros alunos escolherem qualquer palavra em português que gostem e procurem o significado e tradução em inglês no dicionário online. Depois, cada um escreve uma frase usando essa palavra em inglês. No final, compartilham com o colega do lado pra ver se a frase faz sentido. Isso geralmente leva uma aula inteira, uns 50 minutos. A turma adora porque é uma forma de personalizar as palavras que aprendem e traz um pouco da personalidade deles pras frases. Eu lembro da Sofia escolhendo a palavra "borboleta" porque ela adora desenhar borboletas; no final ela escreveu uma frase bem bonitinha sobre borboletas voando no jardim.

Por último, tem o "Desafio do Dicionário", que é uma espécie de jogo rápido pra revisar vocabulário. Antes de começar a aula, anoto umas cinco palavras no quadro em português e os alunos têm que procurar as traduções corretas em inglês usando qualquer dicionário disponível. Quem acerta mais rápido ganha um ponto extra na participação. Isso leva uns 15 minutinhos e costumo fazer no início ou final das aulas como aquecimento ou encerramento da aula. A Luana sempre se dá bem nesse joguinho porque é super rápida e esperta com essas coisas.

Nessas atividades todas, o material é bem simples: dicionários impressos que já temos na escola ou celulares com acesso à internet pros dicionários online. O mais importante é ver como cada um se envolve e começa a perceber que entender e aprender novas palavras não precisa ser um bicho de sete cabeças.

No geral, os alunos respondem super bem a essas atividades porque foge um pouco daquela coisa chata de lista de vocabulário pra decorar. E eles ficam mais confiantes ao perceberem que podem descobrir sozinhos o significado das palavras.

Bom, acho que por hoje é isso! Espero que essas ideias ajudem vocês aí na sala de aula também. Qualquer coisa, estamos por aqui pra trocar ideia!

autônomos nesse processo de pesquisa. Eu adoro atividades em que eles têm que resolver alguma coisa sozinhos, tipo uma pequena investigação. Eu falo "Galera, vocês vão ter que descobrir o que significa tal expressão ou tal palavra usando o dicionário". Aí, eu deixo eles à vontade, seja no celular pra quem tem acesso ao online ou com aqueles dicionários grandões de papel que ainda temos na escola.

Agora, como que eu percebo que um aluno aprendeu de verdade? Bom, sem precisar de prova formal, o jeito mesmo é ficar esperto nas entrelinhas. Quando eu estou circulando pela sala, eu fico de olho na forma como eles interagem com o dicionário. Se o Joãozinho tá ali, todo confiante, pegando o dicionário e já abrindo na seção correta sem ficar folheando muito, é um sinal claro de que ele tá entendendo a lógica da coisa.

E não é só isso. Às vezes eu vejo a Júlia explicando pra outra colega como encontrar a diferença entre duas palavras parecidas. Ela diz "Olha, esse aqui é substantivo e esse outro é adjetivo" e aí eu penso "Ah, tá lendo as notas do dicionário certo". Ouvi-la dando dicas sobre como não confundir significados me mostra que ela tá realmente captando a ideia.

Outra situação foi quando o Pedro usou corretamente uma expressão nova que tinha acabado de aprender num exercício oral. Ele soltou no meio da frase e eu fiquei todo orgulhoso, porque ele tinha acabado de pesquisar aquilo no dicionário sozinho.

Agora, falando dos erros mais comuns... A Luísa, por exemplo, sempre ficava perdida com as abreviações que aparecem nos dicionários, tipo "adj." para adjetivo ou "v." para verbo. Aí ela não entendia o que significava aquela abreviação e acabava pegando a definição errada. Isso acontece muito porque a gente às vezes esquece de explicar essas coisinhas básicas. Quando pego um erro assim na hora, paro tudo e faço uma pausa na aula pra mostrar como interpretar essas informações. Digo: "Gente, isso aqui significa isso" e dou um exemplo pra fixar.

Já o Felipe estava sempre tentando traduzir palavra por palavra em frases inteiras sem considerar o sentido geral. Ele pegava uma expressão idiomática e tentava traduzir cada palavra individualmente. Coitado! Por isso sempre procuro lembrar eles de que algumas coisas simplesmente não se traduzem dessa forma. Quando percebo esse tipo de erro, gosto de dar exemplos engraçados de traduções literais que não fazem sentido.

E quanto ao Matheus e à Clara... Olha, são um desafio à parte, mas também uma grande oportunidade pra aprender a adaptar nossas práticas. O Matheus tem TDAH e precisa de um pouco mais de movimento nas atividades pra manter o foco. Então eu tento incluir tarefas onde ele precise se levantar e interagir com os alunos para procurar palavras no dicionário. Às vezes deixo ele ser o "ajudante do professor", distribuindo materiais ou colhendo respostas da galera. Isso ajuda ele a canalizar a energia de forma produtiva.

A Clara tem TEA e precisa de instruções bem claras e organização previsível. Com ela, uso bastante material visual com cores diferentes pra cada tipo de informação no dicionário. Ela adora quando pode usar cartões coloridos pra associar significados às palavras. Além disso, dou a ela mais tempo pra completar as tarefas e incentivo trabalho em pares com colegas que já entenderam bem o conteúdo.

Já testei algumas coisas que não funcionaram tanto também... Uma vez achei que seria legal fazer uma competição rápida em dupla com o dicionário, mas isso deixou a Clara super ansiosa e o Matheus ficou agitado demais. Aprendemos juntos que atividades mais calmas funcionam melhor pra eles.

É isso aí, pessoal! As dificuldades existem, mas com um pouco de criatividade e paciência dá pra ver os meninos avançando passo a passo. E vocês também têm estratégias legais para lidar com as diferenças individuais? Vamos trocar umas ideias! Valeu demais por ler até aqui!

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