Voltar para Geografia Ano
EF08GE21Geografia · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Analisar o papel ambiental e territorial da Antártica no contexto geopolítico, sua relevância para os países da América do Sul e seu valor como área destinada à pesquisa e à compreensão do ambiente global.

Natureza, ambientes e qualidade de vidaIdentidades e interculturalidades regionais: Estados Unidos da América, América espanhola e portuguesa e África
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, quando a gente fala dessa tal habilidade EF08GE21, parece uma coisa complicada, né? Mas na prática, é bem interessante! A gente tá tentando fazer os meninos entenderem o que é esse lugarzinho chamado Antártica e por que ele importa tanto pro mundo todo, especialmente aqui pra gente na América do Sul. A ideia é eles sacarem o que rola por lá em termos de política e meio ambiente, tipo assim: por que o gelo derretendo lá afeta aqui? E como os países estão se rolando pra manter aquilo tudo como uma grande área de pesquisa? É meio que juntar uma aula de geopolítica com ciências da natureza, sabe?

Os alunos já vêm com uma base das séries anteriores. Eles sabem sobre os continentes, um pouco do clima, já ouviram falar de aquecimento global. Então eu gosto de usar tudo isso como ponto de partida. Tipo, eles já sabem que a Terra tá mudando e que isso afeta o clima. Agora, a gente precisa focar em como a Antártica entra nessa história toda. O que quero é que eles consigam discutir como os países aqui da América do Sul, tipo o Brasil, têm interesse na Antártica e o que tão fazendo pra preservar aquilo lá. Quando eles conseguem fazer essa conexão, é quando sei que entenderam a habilidade.

Primeira atividade que a gente faz é um debate. Eu levo um mapa-múndi simples e umas impressões de notícias atuais sobre a Antártica e mudanças climáticas. Divido a galera em grupos de cinco ou seis alunos e cada grupo vira um "país" da América do Sul. Dou uns 30 minutos pra eles lerem os materiais e bolarem argumentos sobre por que o país deles deveria se envolver mais ou menos com a Antártica. Aí a gente faz o debate com cada grupo apresentando seu ponto de vista. Na última vez, o Pedro ficou empolgadíssimo defendendo o Brasil como uma "superpotência da preservação", enquanto a Ana insistia que deveríamos investir mais em pesquisas lá pra ajudar no combate ao aquecimento global. Eu adoro ver como eles se envolvem e como algumas ideias realmente surpreendem.

Outra atividade legal é usar documentários curtos sobre a vida na Antártica e expedições científicas. Eu passo uns vídeos de uns 10-15 minutos (que já baixo antes) mostrando as paisagens e explicando as pesquisas feitas lá. Depois dos vídeos, peço pra cada aluno escrever um parágrafo sobre o que mais os impressionou ou intrigou. Essa atividade não leva mais do que uma aula de 50 minutos. Gosto quando alguém se empolga, tipo a Júlia, que escreveu três parágrafos porque ficou fascinada pelos pinguins-imperadores! E sempre tem aquele aluno que acha que lidar com temperaturas abaixo de zero seria “tranquilo”, como foi o caso do João outro dia.

A terceira coisa que faço é um projeto em dupla onde eles criam um pequeno jornalzinho da escola com matérias sobre a Antártica e seu papel no mundo. Dou acesso ao laboratório de informática pra eles pesquisarem mais sobre o tema. Eles têm duas semanas pra entregar e devem incluir entrevistas fictícias com cientistas ou ambientalistas. Quando entregaram esses projetos na última vez, eu dei risada com o texto da Mariana e do Lucas, onde incluíram uma “entrevista” com um pinguim falando sobre os problemas ambientais no continente.

O material usado nessas atividades é bem simples: mapas impressos, vídeos baixados da internet, notícias atuais impressas ou em PDF e acesso ao laboratório de informática quando necessário. Tento deixar tudo acessível pra não complicar pros meninos nem pra mim.

Os alunos geralmente reagem bem a essas atividades porque fogem um pouco do esquema só aula expositiva. Eles gostam de mexer com o computador, fazer debates porque sentem que podem expressar suas ideias e serem ouvidos. Sempre tem aquele aluno mais tímido que no começo só observa, mas depois acaba se soltando quando vê outros participando também. E ver isso é muito gratificante pra mim.

Aí no fim das contas, eu vejo que trabalhando essa habilidade não só ensino geografia pura e dura, mas ajudo eles a entenderem melhor como somos conectados no mundo todo e como cada lugar tem sua importância única nesse quebra-cabeça chamado Terra. É sempre bom ver quando acendem aquela luzinha nos olhos deles e eles percebem que a Antártica não é só um lugar gelado lá longe, mas algo fundamental pro nosso futuro também.

Bom galera, acho que era isso! Se tiverem mais dicas ou quiserem compartilhar como fazem aí na sala de vocês, vamos trocando ideia! Abraço!

E aí, continuando o papo sobre a habilidade EF08GE21, vou te contar como eu sei que os meninos tão realmente pescando o que a gente tá discutindo na aula, sem precisar de prova formal ou coisa do tipo. Olha, o lance é que você percebe que o aluno aprendeu pelo comportamento dele na sala, pelos comentários que eles soltam quando tão discutindo entre si ou até quando um ajuda o outro a entender algum ponto.

Um dia desses, tava circulando pela sala enquanto a galera tava trabalhando em grupo numas pesquisas sobre como os países se relacionam com a Antártica. De repente, ouvi o João explicando pra Ana que o Tratado da Antártica é tipo um acordo de paz, e não só sobre o gelo e tal. Ele falou: “Imagina se cada país resolvesse fazer o que quer lá, ia virar uma bagunça! O tratado é pra manter a coisa organizada, ninguém pode sair explorando e poluindo.” Aí pensei: “Ah, esse entendeu direitinho!”

Outra vez, fiquei todo bobo quando vi a Júlia corrigindo o Lucas sobre os impactos ambientais. Eles tavam falando sobre derretimento das calotas e ela mandou: “Lucas, não é só água aumentando. É também essa mudança de temperatura que afeta as correntes marítimas, e isso mexe com o clima em outros lugares.” Sabe aquele orgulho de professor quando vê que a semente germinou? Pois é.

Agora, vamos falar sobre os errinhos que rolam na hora de aprender esse conteúdo. Olha, um dos erros mais comuns é a galera confundir a Antártica com o Ártico. O Pedro, um dia desses, tava falando todo empolgado sobre os ursos polares na Antártica e eu precisei intervir: “Eita, Pedro! Os ursos polares tão lá no Ártico, cara! Na Antártica só tem pinguim mesmo.” Acontece muito porque os nomes são parecidos e o assunto é meio distante da nossa realidade aqui.

Outro deslize frequente é a turma achar que qualquer país pode explorar recursos na Antártica do jeito que quiser. A Beatriz chegou pra mim um dia e disse: “Prof, mas por que só alguns países podem fazer pesquisa lá?” Aí expliquei que é uma questão de acordos internacionais e tal, e que não é bagunçado assim como parece.

Quando pego esses erros na hora, gosto de usar mapas ou imagens pra ilustrar o ponto correto. Às vezes, usar vídeo ou algum documentário curto ajuda bastante também. Aí, depois dou uma força individual pra cada um se necessário. E não tem jeito, a repetição é amiga do aprendizado!

Agora vou te contar como é lidar com o Matheus e a Clara durante essas atividades. O Matheus tem TDAH e é aquela energia toda na sala. Precisa estar sempre estimulado! Então eu procuro adaptar as atividades pra serem mais dinâmicas pra ele. Uso bastante jogos educativos online ou atividades em grupo onde ele possa se movimentar mais. Já percebi que quando ele tá fazendo algo com as mãos ou mudando de lugar ele absorve melhor a informação.

Tipo assim, teve um dia que fizemos uma simulação de conferência com cada grupo representando um país discutindo políticas ambientais na Antártica. O Matheus adorou porque pôde falar, levantar e discutir com os colegas sem ficar preso na carteira. Foi uma beleza!

Com a Clara que tem TEA (Transtorno do Espectro Autista), o lance é diferente. Com ela, eu procuro deixar as instruções bem claras no papel e uso imagens e gráficos que ajudam a visualizar melhor o conteúdo. Percebi que ela se dá melhor quando consegue trabalhar num espaço mais tranquilo e previsível. Às vezes ela prefere fazer as atividades sozinha ou com menos interações diretas no grupo.

Eu já tentei usar uns vídeos longos mas não funcionou bem nem pra ela nem pro Matheus porque eles perdem interesse rápido. O jeito foi partir pra coisas mais curtas e interativas mesmo.

Bom, é isso minha gente! Espero ter ajudado aí quem tá na mesma jornada com essas habilidades malucas mas fascinantes que a gente tenta ensinar pros nossos alunos. Se tiverem dicas ou quiserem trocar mais ideias sobre essas experiências de sala de aula, tô por aqui! Abraço!

Gere materiais prontos para esta habilidade

Plano de aula, lista de exercícios ou avaliação — tudo com o código EF08GE21 incluído.

Criar material em 30 segundos

Grátis para começar. Sem cartão.