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EF07HI04História · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Identificar as principais características dos Humanismos e dos Renascimentos e analisar seus significados.

Humanismos, Renascimentos e o Novo MundoHumanismos: uma nova visão de ser humano e de mundo Renascimentos artísticos e culturais
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, a habilidade EF07HI04 da BNCC é uma daquelas que a gente precisa olhar bem de perto pra entender o que tá pedindo. Quando eu penso em "Identificar as principais características dos Humanismos e dos Renascimentos e analisar seus significados", eu vejo que o aluno deve ser capaz de reconhecer o que era importante nesses movimentos, tipo, o foco no ser humano, a arte, a ciência, e como isso tudo mudou a visão de mundo na época. É como se eles tivessem que conectar aqueles conteúdos que viram no 6º ano sobre Idade Média, sabe? Quando falamos do feudalismo, da Igreja com aquele poder todo. Aí, vem o Renascimento com uma visão nova: começa a valorizar mais o indivíduo, a ciência dá um salto, as artes ganham outro sentido... Então, o que espero dos alunos é que eles consigam ver essas diferenças e entender por que isso foi importante.

Agora, falando das atividades. Uma que eu curto bastante é o "Jogo dos Artistas Renascentistas". Pra essa atividade, eu uso imagens de obras famosas do Renascimento, tipo a "Monalisa", "A Última Ceia", "A Criação de Adão", essas coisas. Eu pego imagens impressas mesmo, nada muito sofisticado. Divido a turma em pequenos grupos de 4 ou 5 alunos — eles gostam de trabalhar em grupo porque dá pra discutir e um ajuda o outro. A atividade leva uns 40 minutos. A ideia é que cada grupo receba uma imagem e precise identificar quem é o artista, qual a principal característica daquela obra e como isso reflete o espírito do Renascimento. Da última vez que fiz essa atividade, a Ana Clara ficou toda empolgada porque reconheceu a "Monalisa" sem ajuda. Ela começou a explicar pro grupo dela sobre como o Da Vinci era um cara à frente do tempo dele e todo mundo ficou admirado.

Outra atividade que faço é uma "Linha do Tempo Interativa". Pra essa, eu uso papel kraft grande pra colar na parede e cartolinas coloridas. Cada aluno escolhe um evento importante do período do Renascimento ou um personagem relevante, pesquisa mais sobre isso e escreve numa cartolina. Aí eles precisam organizar esses eventos na linha do tempo conforme as datas. Isso ajuda muito na visualização de como as ideias se desenvolveram ao longo dos anos. Eles têm uma aula inteira pra fazer essa pesquisa e montagem, umas duas horas com intervalo e tudo. Os alunos geralmente reagem bem, gostam de ver o progresso deles ali na parede da sala. O Pedro Henrique adora se gabar quando vê que colocou o evento dele no lugar certo antes de todo mundo.

E tem também a atividade "Debate dos Pensadores". Nessa eu dou textos curtos sobre diferentes filósofos e cientistas da época renascentista — nada complicado demais, só pra dar uma base. Eu sempre pego textos simplificados de livros didáticos ou até de revistas educativas que têm esse tipo de coisa mais mastigada pros meninos. Organizo a sala em círculo e cada aluno precisa apresentar o pensamento do personagem sobre algum tema da época: religião, ciência ou arte. Eles têm uns 20 minutos pra ler e preparar a fala e depois mais uns 30 minutos pro debate em si. É legal ver como alguns alunos se soltam mais nesse tipo de atividade. Na última vez, vi o Lucas argumentando super bem sobre Galileu Galilei; ele até fez uns colegas mudarem de opinião durante a discussão!

Essas atividades ajudam os meninos a entenderem não só os conteúdos mas também a importância desses movimentos pro mundo como ele é hoje. E é sempre bacana ver quando eles realmente conseguem fazer essas conexões… dá aquela sensação boa de dever cumprido.

E aí é isso! Essas são algumas das formas que uso pra trabalhar essa habilidade específica com os meninos do 7º ano aqui em Goiânia. Como vocês levam isso pra sala? Alguma dica ou história pra compartilhar?

Aí a gente vê que os meninos precisam ligar os pontos entre o que era antes e o que ficou depois desses movimentos. Agora, como é que a gente percebe se eles realmente entenderam tudo isso sem ter que aplicar uma prova formal? Eu gosto de prestar atenção nos pequenos momentos do dia a dia.

Por exemplo, enquanto eu circulo pela sala, ouço muito as conversas deles. Um dia desses, depois de uma atividade em grupo, a Ana tava explicando pro João sobre como o Renascimento trouxe uma nova perspectiva pras artes. Ela falou algo tipo "João, lembra daquela pintura medieval que era toda achatada e sem profundidade? Agora imagina a Mona Lisa, super realista e com aquela perspectiva que parece que vai te puxar pra dentro do quadro". Na hora eu pensei "Ah, essa menina pegou a ideia!". É nesses momentos que a gente percebe o aprendizado acontecendo, é ver eles fazendo essas conexões naturalmente.

Também dá pra notar quando eles começam a questionar mais. O Pedro outro dia me perguntou "Professor, será que as ideias humanistas influenciaram a forma como a gente vive hoje?", e olha, na hora já vi que ele tá começando a ligar os pontos entre passado e presente. Esses questionamentos mostram muito mais do que qualquer prova pode mostrar.

Mas, claro, tem aqueles erros comuns que aparecem na sala. O Vinícius sempre confunde os conceitos de Renascimento e Iluminismo. Ele chega dizendo "Ah, professor, mas foi no Renascimento que inventaram as ideias de liberdade e igualdade", aí eu tenho que parar e explicar de novo que essas ideias vieram mais forte no Iluminismo. Acho que isso acontece porque ambas são épocas de muita mudança e às vezes eles misturam as informações. Quando percebo esse erro na hora, procuro trazer exemplos visuais, tipo imagens de obras de arte renascentistas e textos iluministas pra deixar claro pra eles.

Já com a turma em geral, a confusão entre os nomes dos artistas renascentistas é outro ponto. A Juliana acha que Michelangelo foi quem pintou "A Última Ceia", quando na verdade foi o Da Vinci. Aí eu tento fazer as correções na hora mesmo e uso associação com coisas do cotidiano deles. Tipo assim: "Imagina o Michelangelo empunhando um pincel e não um cinzel pra esculpir Davi".

Falando em desafios, o Matheus tem TDAH e a Clara tem TEA na turma, então preciso adaptar algumas coisas pra eles também. Por exemplo, pro Matheus, eu sempre tento dividir as atividades em partes menores e mais gerenciáveis. Se eu vejo que ele tá ficando inquieto durante uma aula longa, dou uma pausa pra ele se movimentar um pouco. Funciona bem quando dou tarefas em etapas curtas, assim ele não se perde nem se desanima. Agora, uma coisa que já tentei e não deu muito certo foi fazer ele copiar longos trechos do quadro — não funciona pra ele porque demanda concentração por um tempo maior do que ele consegue manter.

Com a Clara, o desafio é um pouco diferente. Ela gosta de rotina e previsibilidade, então tento deixar claro o cronograma das aulas logo no começo. Uso também materiais visuais mais diretos e objetivos porque percebo que ela responde melhor a isso do que a textos longos ou explicações verbais prolongadas. Além disso, trabalhar com fones de ouvido pra ela se isolar um pouco do barulho da sala já ajudou bastante.

Olha, no fim das contas, o importante é estar sempre atento ao comportamento deles e ajustar as estratégias conforme necessário. Não tem fórmula mágica nem receita pronta; a cada dia é uma novidade e a gente vai se adaptando.

Bom, vou ficando por aqui. Espero que essas histórias ajudem alguém por aí passando pelos mesmos desafios. Qualquer coisa, só dar um toque por aqui mesmo! Abraços!

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