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EF08LI11Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Produzir textos (comentários em fóruns, relatos pessoais, mensagens instantâneas, tweets, reportagens, histórias de ficção, blogues, entre outros), com o uso de estratégias de escrita (planejamento, produção de rascunho, revisão e edição final), apontando sonhos e projetos para o futuro (pessoal, da família, da comunidade ou do planeta).

Práticas de escritaProdução de textos escritos com mediação do professor/colegas
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EF08LI11 da BNCC é um desafio legal, mas também super importante. Basicamente, a gente tá falando de ajudar os meninos a produzirem textos em inglês mais complexos, como se estivessem conversando de verdade, sabe? Queremos que eles consigam planejar o que vão escrever, façam um rascunho, revisem e depois cheguem num texto final bacana. O objetivo é que eles expressem sonhos e projetos para o futuro em vários formatos, tipo comentários em fóruns, tweets, histórias de ficção, essas coisas. E tudo isso usando estratégias de escrita que já deviam ter uma noçãozinha do ano anterior.

A transição da série anterior pra essa habilidade nova é mais ou menos assim: no 7º ano, os meninos já deviam estar começando a escrever coisas mais simples em inglês, tipo frases e pequenos parágrafos. Então, agora no 8º ano, a ideia é pegar esse conhecimento e dar uma turbinada. A gente quer que eles consigam pensar em questões maiores e coloquem isso no papel de uma forma organizada. Não é fácil, mas é recompensador ver quando conseguem colocar no papel o que pensam sobre seus sonhos e futuros.

Agora vou contar três atividades que faço com a turma, que acho bem legais e ajudam nesse desenvolvimento.

A primeira atividade que curto fazer é o "Diário do Futuro". A ideia é que cada aluno escreva um diário de como eles se veem daqui a 10 anos. Dou um caderno simples pra cada um, e reservamos uns 20 minutos por aula durante um mês pra esse projeto. Eles escrevem em casa ou na sala, e depois trazem pros colegas darem uma olhada. O legal é fazer em dupla ou trio pra trocarem ideias sobre o texto dos outros. Da última vez que fiz essa atividade, o João Pedro escreveu sobre como queria ser engenheiro e morar na Austrália. Ele foi todo detalhado nas descrições das cidades e tal. E aí a Ana Clara deu várias sugestões de como ele podia melhorar as descrições do lugar onde queria morar. Eles se empolgam bastante com essa atividade porque envolve os próprios sonhos.

Outra atividade interessante que faço é o "Tweetando Sonhos". Aqui a gente trabalha com os famosos 280 caracteres do Twitter. A turma tem que escrever tweets sobre seus sonhos pro mundo. Faço isso em grupos de quatro ou cinco alunos, e cada grupo tem um cartaz onde eles colam seus tweets pra fazer uma espécie de mural dos sonhos da sala. Essa atividade leva duas aulas: na primeira eles criam e escrevem os tweets e na segunda compartilham com a turma. Os meninos adoram porque é rápido e direto, e eles se desafiam a serem criativos em poucas palavras. Da última vez teve uma situação engraçada com o Lucas, que queria ser astronauta e escreveu "No espaço não tem limites para sonhar!". Foi uma fala legal porque motivou a turma toda a pensar grande também.

A terceira atividade que fazemos é a "Reportagem Futura". Aqui a proposta é que eles escolham um tema importante pro futuro da comunidade ou do planeta e escrevam uma pequena reportagem sobre como esse tema vai evoluir nos próximos anos. Divido a sala em grupos pequenos de três ou quatro alunos pra que possam discutir bastante entre si antes de começar a escrever. Damos umas três aulas pra isso: uma pro planejamento, outra pro rascunho e revisão, e outra pra edição final. A última vez que fizemos isso foi bem legal porque a Mariana escolheu falar sobre sustentabilidade e propôs ideias bem práticas pro bairro dela, com coleta seletiva de lixo e hortas comunitárias. Ela até trouxe umas fotos de referência pra apresentar junto com o texto final, deixou todo mundo bem interessado no tema.

Acho que o mais legal desse trabalho todo é ver como os meninos conseguem se expressar melhor quando têm um espaço seguro pra compartilhar suas ideias. E olha, nem sempre sai tudo perfeito na primeira vez, mas tá tudo bem. A importância tá no processo de escrita mesmo: planejar bem o que querem dizer, passar as ideias pro papel, revisar junto com os colegas... Tudo isso ajuda muito no crescimento deles não só como estudantes de inglês mas também como cidadãos com voz no mundo.

Pode parecer muita coisa pra dar conta numa aula só, mas quando vejo eles se animando com as histórias uns dos outros ou pegando firme pra melhorar o texto deles mesmos... Ah, aí eu vejo que valeu todo o esforço. Enfim, essa habilidade tem muito potencial pra criar jovens pensadores críticos e criativos, algo que precisamos muito pros desafios do futuro.

E aí? Como vocês trabalham com essa habilidade nas suas turmas? Bora trocar umas ideias!

Aí, continuando sobre a habilidade EF08LI11, olha, perceber que os alunos realmente aprenderam sem recorrer àquelas provas formais é um desafio interessante. A gente, que tá ali na linha de frente, tem que ser meio detetive, sabe? Tipo, no dia a dia da sala de aula, enquanto eu circulo entre as mesas, é incrível como a gente vai pegando os sinais. Uma das coisas que eu mais gosto é ouvir as conversas entre eles. Quando vejo um aluno explicando pro outro como ele pensou em uma estrutura de frase ou a escolha de uma palavra em inglês, é aí que eu percebo que a coisa tá fluindo.

Teve um dia que o João tava ajudando a Maria com um texto. Ele virou pra ela e falou algo tipo: "Não, Maria, aqui você pode usar 'going to' porque você tá falando de algo que você planeja fazer, entendeu?". E ela fez "Ah, agora saquei", com aquele sorriso de quem foi iluminado. Nesses momentos você vê que o João não só entendeu a regra gramatical, mas também como aplicá-la. É música pros ouvidos de qualquer professor!

Outro sinal definitivo é quando eles começam a usar o inglês nas interações diárias. É lindo ver quando alguém solta um "Can I borrow your pen?" em vez do nosso bom e velho "Me empresta a caneta?". Esses momentos são ouro puro. Outra coisa legal é quando eu pego eles rindo de uma piadinha em inglês. Dia desses o Lucas disse um trocadilho e a galera toda caiu na risada. Isso mostra que eles estão entendendo o contexto e não só traduzindo palavra por palavra.

Falando dos erros mais comuns, olha, muitos dos meninos têm dificuldade com falsos cognatos. A Letícia sempre confunde "actually" com "atualmente". Eu entendo que "actually" parece "atualmente", mas na real significa "na verdade". Isso acontece porque o português prega peças na gente. Quando pego isso na hora, paro tudo e faço a galera olhar bem pras palavras, tipo um alerta geral: "Galera, falso cognato na área!". Aí explico umas quatrocentas vezes se precisar.

Outra coisa comum é confundir tempos verbais. O Pedro sempre troca o "have" pelo "has". Tipo assim, quando ele vai fazer uma frase na terceira pessoa do singular, ele solta um "she have a dog". Aí eu digo: "Pedro, lembra que com 'she' é 'has', não 'have'". Acho que é porque em português não temos essa diferença tão marcada nos tempos verbais. Então faço aquele esquema de sentar com ele e dar exemplos até ele interiorizar.

Agora falar do Matheus e da Clara. O Matheus tem TDAH e precisa de adaptações pra se manter focado. Eu sempre tento deixar as instruções bem claras e dou pra ele algumas fichas de atividades com cores diferentes. Isso ajuda ele a saber o que fazer primeiro e não se perder no meio do caminho. Dividir as tarefas em etapas menores também faz muita diferença. Tentar fazer tudo de uma vez só não dá certo pra ele. O que não funcionou foi tentar usar só tecnologia pra manter o foco dele. Ele acaba se distraindo mais ainda com qualquer coisa piscando na tela.

A Clara tem TEA e requer outro tipo de atenção. Com ela, eu uso bastante material visual porque ajuda muito na compreensão. Sabe aqueles quadrinhos com passo a passo? Funcionam bem demais! Além disso, dou mais tempo pra ela completar as atividades e nunca apressar pra passar pro próximo tópico sem ela estar confortável.

Aí é isso pessoal! No dia a dia da sala de aula são esses pequenos detalhes que fazem toda diferença pra perceber como os meninos estão se desenvolvendo nas habilidades de escrita em inglês. E cada aluno tem sua forma única de aprender, por isso é tão importante estarmos atentos às necessidades individuais deles. Espero que essas dicas ajudem vocês também! Até a próxima conversa por aqui!

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