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EF08LI14Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Utilizar formas verbais do futuro para descrever planos e expectativas e fazer previsões.

GramáticaVerbos para indicar o futuro
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, quando a gente fala da habilidade EF08LI14 da BNCC, basicamente estamos pensando em como ensinar os meninos do 8º ano a usarem verbos no futuro em inglês. É mais ou menos assim: eles precisam ser capazes de falar sobre o que vão fazer, o que esperam que aconteça e até prever o que pode rolar. E isso vai além de só aprender a usar "will" ou "going to", sabe? Significa também entender o contexto e escolher qual forma usar. Por exemplo, se você me perguntar o que vou fazer no fim de semana, eu posso dizer "I will visit my grandmother" se ainda não planejei nada concreto, ou "I am going to visit my grandmother" se já tiver combinado com ela.

Aí, vale lembrar que essa habilidade se conecta com o que eles já viram no ano anterior, como as formas simples dos verbos e tempos verbais no passado e presente. Isso dá uma base firme pra eles entenderem essas nuances do futuro. E olha, é bem legal ver quando eles começam a perceber essas diferenças e usam isso pra comunicar algo real da vida deles.

Bom, vou contar como eu trabalho isso na prática em sala e o que realmente acontece. A primeira atividade que eu costumo fazer é um jogo de previsão. Eu levo algumas imagens simples recortadas de revistas - tipo fotos de pessoas em situações do dia a dia, como alguém segurando uma mochila, um casal no parque, essas coisas. Coloco os alunos em duplas e peço pra eles olharem as imagens e criarem frases no futuro sobre o que aquelas pessoas vão fazer ou o que eles acham que vai acontecer depois. A atividade leva uns 30 minutos. A galera geralmente adora porque é uma mistura de criatividade com gramática. Teve um dia que o Lucas e a Mariana estavam olhando uma foto de uma mulher segurando um bolo e eles disseram "She is going to have a party". Foi engraçado porque o Lucas completou dizendo "And we are going to eat the cake!" e isso fez a turma toda rir.

Outra atividade que faço é uma espécie de entrevista futurista. Eu dou um papel com algumas perguntas do tipo "What will your life be like in 10 years?" ou "Where are you going to travel next vacation?" Aí, os alunos têm que entrevistar uns aos outros. Eu faço isso com a turma toda ao mesmo tempo, então a sala fica meio barulhenta, mas é um barulho bom, sabe? Eles ficam falando inglês com mais naturalidade porque estão curiosos pra saber as respostas dos colegas. Essa atividade dura uns 40 minutos. Na última vez, a Ana perguntou pro João sobre os planos dele pro futuro e ele respondeu todo sério "I will be a famous YouTuber". E foi muito legal ver a reação da turma porque o João é super tímido, mas nesse momento ele tava super confiante.

A terceira atividade é um diário do futuro. Eu peço pros alunos escreverem um parágrafo curtinho sobre o que esperam pro próximo mês ou pro próximo ano usando verbos no futuro. Dou uns 20 minutos pra isso e depois quem quiser pode ler em voz alta. O material é só papel e caneta mesmo, bem simples. É uma atividade mais introspectiva, então tem aluno que prefere não compartilhar, mas tá tudo bem. Da última vez, a Júlia escreveu "I will study hard to pass the math test" e foi engraçado porque ela riu logo depois dizendo "Eu vou precisar mesmo!". Isso criou um clima leve na sala porque todo mundo sabe como matemática pode ser desafiador às vezes.

Bom, o importante é criar um ambiente onde os alunos se sintam à vontade pra arriscar errar e aprender com isso. Essas atividades ajudam eles a verem o uso prático dos verbos no futuro e como isso se aplica à vida deles. E quando eles conectam a gramática com as próprias experiências, tudo faz mais sentido. É sempre legal ver quando eles saem da sala comentando sobre o que aprenderam ou rindo das coisas que inventaram nas atividades.

E é isso aí! Espero que essas ideias possam ajudar quem tá começando ou procurando maneiras novas de ensinar essa habilidade. Se alguém tiver outras dicas ou jeitos diferentes de trabalhar os verbos no futuro, compartilha aqui também! Valeu, galera!

Então, como é que eu percebo que a galera tá realmente entendendo essa parada de futuro em inglês sem ter que fazer uma prova formal? Bom, eu sou daqueles que gosta de caminhar pela sala, escutar o que os meninos estão conversando, ver como eles interagem com os exercícios. Aí, às vezes, você flagra um aluno explicando pro outro alguma coisa, tipo assim: "Não, cara, você fala 'I am going to' porque já tá tudo planejado". Quando escuto isso, já sei que a coisa tá começando a fazer sentido pra eles. Uma vez, o Rafael tava lá todo seguro explicando pro Lucas que 'I will' era mais sobre algo que ele decidiu na hora. Fiquei só observando e pensei: "Esse entendeu o recado".

Outra situação legal foi quando eu tava corrigindo uns exercícios de grupo e vi a Camila defendendo seu ponto de vista sobre por que usou 'will' numa frase específica. Ela dizia: "Mas olha, aqui a gente não sabe ainda se vai mesmo acontecer, então coloquei 'will'. Tá certo, não tá?". Essas pequenas discussões me mostram que eles não tão só decorando, mas pensando no uso dos tempos verbais.

Falando dos erros comuns, rapaz, tem cada coisa! O João Pedro vive trocando as preposições e às vezes mistura 'will' com 'going to' tudo na mesma frase. Tipo: "I will going to travel". Fico rindo por dentro, mas já chego junto pra explicar. Esses erros acontecem porque eles querem traduzir do português direto pro inglês sem pensar muito na estrutura. Aí o que faço é pegar esses erros na hora mesmo e dar uma nova perspectiva. "João, tenta ver isso aqui como duas coisas separadas" e mostro exemplos diferentes.

Já a Ana Clara tem mania de esquecer o sujeito da frase quando usa 'going to'. Sai um negócio tipo: "Going to visit my aunt". A cabeça dela tá mais rápida que a velocidade de escrever ou falar. Aí sempre puxo ela de lado e falo sobre a importância do sujeito pra clareza da frase. Dou umas dicas tipo: "Imagina você contando isso pra alguém que nunca te ouviu falar antes. Como ele entenderia?"

Agora, falando do Matheus e da Clara... O Matheus tem TDAH e é um desafio tanto pra ele quanto pra mim manter o foco nas atividades. Com ele, eu procuro variar bastante o jeito de ensinar e sempre incluo atividades mais dinâmicas. Tipo fazer uns jogos de cartas com frases em inglês ou usar músicas e vídeos curtos. Isso ajuda ele a manter a atenção por mais tempo. E olha, já digo logo que não funciona deixá-lo só copiando coisas do quadro. Isso é pedir pra ele desligar completamente.

Com a Clara, que tem TEA (Transtorno do Espectro Autista), precisei adaptar algumas atividades pra ela também. Ela se dá super bem com rotinas e formatos previsíveis, então uso bastante recursos visuais como cartões com imagens correspondentes às frases em inglês. Isso ajuda quando ela tá construindo frases sozinha. Uma coisa que não funcionou foi tentar forçar interação em grupo sem preparar antes. Ela precisa de mais tempo pra se ajustar à dinâmica coletiva.

Ah! Além disso, faço questão de deixar as instruções bem claras e visíveis no quadro ou no papel para ambos. Outra coisa fundamental é organizar o tempo das atividades em blocos menores e fazer pausas regulares. Isso ajuda todos eles a processar melhor a informação e dá uma chance pros meninos com dificuldades se reorganizarem.

E assim vou levando meu trabalho com essa turma incrível do 8º ano. É uma alegria ver cada avanço deles e saber que tô contribuindo um tiquinho pro futuro dessa galera. Bom, gente, vou ficando por aqui agora. Espero ter ajudado alguém aí com essas dicas e experiências! Abraço!

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