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EF08LI17Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Empregar, de modo inteligível, os pronomes relativos (who, which, that, whose) para construir períodos compostos por subordinação.

GramáticaPronomes relativos
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, ensinar pronomes relativos pro 8º ano é uma parte bem interessante do currículo de inglês. A habilidade EF08LI17 da BNCC fala sobre usar pronomes relativos como "who", "which", "that" e "whose" pra construir frases mais complexas. Na prática, a gente quer que os alunos consigam conectar ideias em uma frase só, sabe? Em vez de ficar fazendo um monte de frase curta e solta, eles aprendem a juntar tudo com essas palavrinhas mágicas que são os pronomes relativos.

O legal é que quando eles chegam no 8º ano, já têm uma base do 7º ano onde aprenderam frases mais simples e vocabulário básico. Então, essa habilidade não começa do zero. O desafio tá mais em mostrar pra galera como juntar as frases e fazer sentido.

Agora sobre as atividades que faço, vou compartilhar três que geralmente dão certo por aqui.

Primeira atividade: eu uso quadrinhos! Peguei emprestado na biblioteca da escola umas revistinhas antigas que tinham algumas histórias com balões em inglês. Na última vez que fiz isso, dividi a turma em grupos de quatro ou cinco. Dei umas três ou quatro páginas de quadrinhos pra cada grupo e pedi pra eles acharem frases que poderiam ser unidas usando os pronomes relativos. Eles têm uns 20 minutos pra isso. É bem engraçado ver como ficam empolgados em achar as frases. O Pedro, por exemplo, sempre acha alguma coisa engraçada nos desenhos e a Milena fica corrigindo ele dizendo qual pronome usar. É uma bagunça boa! No fim, cada grupo apresenta uma ou duas frases transformadas pro resto da turma.

Segunda atividade: faço um ditado visual. Parece complicado mas é bem simples. Mostro uma imagem no slide com várias coisas acontecendo: tipo um parque com pessoas, cachorros, árvores... aí eu vou falando frases sobre a imagem, mas fragmentadas. Os alunos precisam escrever as frases completas usando pronomes relativos. Coisa do tipo: "There is a dog running." e "The dog has a red collar." Eles precisam juntar: "There is a dog that has a red collar running." Dou uns 15 minutos pra isso e depois revisamos juntos. A última vez que fiz isso foi um show! A Raquel conseguiu fazer todas sem errar e ficou super feliz porque sempre teve dificuldade com gramática.

Terceira atividade: a famosa "caça ao tesouro" dos pronomes relativos. Faço assim: preparo um texto curto sobre um tema que eles têm interesse (ultimamente tem sido sobre música ou filme) e escondo umas pistas pela sala. Cada pista tem uma frase faltando o pronome certo pra ser completada. Os alunos estão em duplas e precisam achar as pistas e completar as frases usando o pronome correto. Dá uns 30 minutos essa atividade porque eles têm que procurar bem pela sala. E dá uma movimentada boa na turma! O Lucas e o João Carlos são mestres nisso! Eles encontram as pistas rapidinho porque já sabem como dou dicas de onde estão escondidas.

E olha, nesse dia da caça ao tesouro teve um momento super engraçado. A Letícia achou uma pista no armário da sala logo de cara e começou a ajudar o Gustavo com as respostas. Mas acho que ela ficou tão empolgada que esqueceu de anotar as respostas no papel deles! E aí quando foram entregar pra mim, tava faltando tudo! Eles riram tanto disso... mas no fim das contas entenderam direitinho como usar os pronomes.

Essas atividades ajudam bastante porque tiram os alunos daquele jeito tradicional de aprender só olhando pro quadro e copiando regras. Eles se envolvem mais, trabalham juntos e aplicam o que aprenderam na prática mesmo. Claro que nem tudo é perfeito; sempre tem alguém que fica perdido ou alguém que precisa de mais ajuda. Mas é legal ver como eles vão se desenvolvendo ao longo do tempo.

Bom, espero ter ajudado vocês aí! Se alguém tiver outras ideias ou sugestões, tô sempre aberto pra saber como vocês estão fazendo nas suas escolas também! Abraço!

A gente quer que eles transformem em algo tipo \"This is the book that is on the table.\". Mas como saber se a galera realmente aprendeu isso, sem ficar aplicando prova atrás de prova? Bom, tem umas coisas que dá pra perceber só de estar junto na sala de aula, prestando atenção nas conversas e no jeito que eles interagem.

Quando eu tô circulando pela sala, prestando atenção nas atividades em grupo, dá pra sacar quem tá manjando do assunto quando começa a usar os pronomes relativos de forma natural nas conversas. Tipo, às vezes eu vejo o João explicando pra Maria: \"Ah, você tem que usar 'who' quando tá falando de pessoas.\" Aí eu penso: \"Pô, o João tá pegando a ideia.\" Ou quando eu ouço a Ana falando pra turma: \"Olha, é 'which' pros objetos, né?\" Aí vejo que ela tá no caminho certo.

E tem aquele momento legal quando você vê um aluno ajudando o outro. Outro dia o Lucas tava tentando formular uma frase e a Letícia chegou e falou: \"Tenta assim: 'The girl who sits next to me.'\" A Letícia fez isso com um sorriso, meio que sabendo que acertou. Nesses momentos, é como se uma lâmpada acendesse na minha cabeça dizendo que eles estão mesmo entendendo.

Agora, claro que nem tudo são flores, né? Os erros mais comuns acontecem quando os meninos confundem qual pronome usar. Tipo, o Pedro sempre troca 'who' por 'which'. Ele fez uma frase assim: \"The cat who is black.\" Aí é só dar uma dica rápida tipo: \"Pedro, lembra que 'who' é só pra pessoas, tenta usar 'which' aqui.\" Às vezes é só uma questão de prática e repetição.

Aí tem a Carla, que gosta de fazer frases compridonas mas se enrola toda com os pronomes. Ela falou uma vez: \"I have a friend that her brother is a doctor.\" Eu precisei explicar calmamente por que não precisava do 'her' ali. Essas confusões acontecem porque eles tentam pensar na estrutura em português antes de passar pro inglês.

Agora, falando do Matheus e da Clara. O Matheus tem TDAH e precisa de atividades que sejam um pouco mais dinâmicas e quebradas em partes menores. Pra ele funcionar bem, eu uso cartões de memória com frases pra ele completar usando os pronomes relativos. Isso ajuda porque ele pode mexer nos cartões enquanto raciocina, dá uma acalmada na ansiedade dele e mantém o foco por mais tempo. O que não funcionou foi tentar fazer ele ficar sentado copiando frases do quadro por um tempo longo. Isso só deixava ele agitado.

Já com a Clara, que tem TEA, o negócio é ser claro e previsível nas atividades. Uma coisa que funcionou bem foi usar tabelas visuais onde ela pode ver exemplos claros dos pronomes relativos em uso e depois tentar criar as próprias frases usando aquele modelo. Ela gosta de padrões e essa previsibilidade ajuda demais. O que não rolou foi quando tentei usar muitos exemplos diferentes num curto espaço de tempo; ela ficou confusa e ansiosa.

Uma coisa legal é que tanto pro Matheus quanto pra Clara, dar um tempinho extra sempre ajuda. Eu tento organizar a aula de forma que eles tenham mais tempo pra processar sem pressão. E quando eu consigo juntar eles em pares ou trios com alunos que já entenderam bem o conteúdo, isso também ajuda muito porque eles aprendem muito uns com os outros.

Bom, é isso aí pessoal! Tô sempre tentando novas estratégias e aprendendo com os erros também. Espero que essas histórias e dicas ajudem quem tá passando por situações parecidas em sala de aula. E se alguém tiver outras ideias ou sugestões, vamos trocar figurinha! Valeu!

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