Voltar para Educação Física Ano
EF67EF02Educação Física · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em função dos avanços das tecnologias e nas respectivas exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos.

Brincadeiras e jogosJogos eletrônicos
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Oi pessoal, espero que esteja tudo bem por aí. Hoje quero compartilhar com vocês um pouco sobre como eu trabalho a habilidade EF67EF02 da BNCC com o sexto ano aqui na escola. Bom, essa habilidade é sobre entender como os jogos eletrônicos mudaram com o tempo, acompanhando as tecnologias, e como essas mudanças afetam o jeito que a gente joga e até os movimentos do nosso corpo que a gente precisa fazer.

Olha só, quando a gente fala de jogos eletrônicos, não é só sobre ficar ali no controle apertando botões. Hoje em dia, tem jogo que faz a gente levantar do sofá, mexer os braços, pernas e até pular pra lá e pra cá. Então, entender essa habilidade é perceber que, à medida que a tecnologia dos jogos avança, as exigências físicas e o tipo de movimento também mudam. Antes era só polegar no controle, agora tem Kinect, VR e outras tecnologias que fazem a gente mover o corpo todo.

Por exemplo, eu explico pros meninos que antigamente a gente jogava Atari ou aqueles Nintendos antigos onde era só apertar botão. Agora tem jogo que precisa usar o corpo todo, tipo Just Dance ou Beat Saber no VR. Eles precisam conseguir identificar essas transformações, sabe? E a ideia é eles perceberem como essas mudanças são influenciadas por novas tecnologias. Os alunos já chegam no 6º ano com uma noção básica do que são jogos eletrônicos porque eles já jogam em casa ou na lan house com os amigos. Então, o nosso desafio aqui é aprofundar isso.

Vou contar agora três atividades que eu faço com a turma pra trabalhar essa habilidade.

A primeira atividade é uma roda de conversa com apresentação de vídeos. Pra isso eu uso um projetor e acesso a internet. A ideia é mostrar vídeos de diferentes épocas dos jogos: desde os mais antigos até os mais modernos. Coloco um vídeo de um jogo de Atari, depois um de Super Nintendo e aí pulo pra algum atual tipo Fortnite ou um jogo em VR. A turma se organiza em semicírculo pra todo mundo conseguir ver e participar da discussão. Isso leva cerca de 50 minutos a uma aula inteira, dependendo do interesse da turma.

Nessa última vez que fiz essa atividade, o João se empolgou demais quando mostrei um vídeo do Fortnite. Ele começou a explicar pros colegas como os movimentos são importantes nesse jogo e como ele treina até dança pra mandar bem nas partidas. Foi bacana porque ele se conectou com o tema e ainda ajudou os outros a entenderem melhor essa evolução.

A segunda atividade é mais prática. Eu levo a turma pro pátio ou pra quadra e organizo eles em grupos pequenos de 4 ou 5 alunos. A gente faz uma espécie de mini campeonato usando jogos de movimento no celular, tipo aquele onde você precisa pular e abaixar desviando dos obstáculos. Eu uso meu celular mesmo com um cabo pra transmitir na tela maior da sala, assim dá pra todo mundo ver o desempenho dos colegas enquanto esperam a vez. Essa atividade não leva mais que 30 minutos.

A reação dos alunos é sempre divertida! Eles ficam animados e querem mostrar suas habilidades pros amigos. Uma vez o Pedro estava tão focado que quase não conseguiu parar de rir porque fez uns passos de dança hilários tentando desviar dos obstáculos. É uma forma divertida e prática de mostrar como hoje em dia as exigências corporais nos jogos são diferentes.

Por último, faço uma atividade de criação onde eles têm que imaginar como seria um jogo eletrônico do futuro que poderia usar novas tecnologias e quais exigências corporais esse jogo teria. Divido eles em duplas ou trios e dou papel e caneta para desenharem ou escreverem suas ideias. Isso costuma levar uns 40 minutos.

Um dia desses a Júlia e a Mariana bolaram a ideia de um jogo onde você teria que literalmente correr num parque holográfico usando uns óculos especiais e sensores nas pernas. Elas pensaram até nos desafios físicos envolvidos como pular corda virtual ou fazer escalada em paredes holográficas! A criatividade deles é sempre surpreendente.

Trabalhar essa habilidade é mostrar pros meninos como os jogos são mais do que só diversão – são também ferramentas de interação física e evolução tecnológica. O bacana é que eles percebem essas transformações sem esforço quando estão engajados nas atividades. E claro, o fundamental aqui é sempre conectar o novo ao conhecido: partir do que eles já vivenciam no cotidiano pra explorar novos conhecimentos.

E aí? Como vocês trabalham essa habilidade com seus alunos? Alguma dica ou atividade diferente pra sugerir? Adoro trocar ideia com vocês por aqui! Até a próxima!

Aí pessoal, continuo aqui com vocês sobre a habilidade EF67EF02, beleza? Então, sem precisar aplicar prova formal, eu percebo que os meninos entenderam o conteúdo de diversas maneiras. Quando a gente tá naquela atividade prática, por exemplo, e eu circulo pela sala, dá pra ver nos olhos deles quando a ficha cai. Tipo assim, no outro dia mesmo, o João tava jogando aquele jogo de dança que usa sensor de movimento. Ele começou meio tímido, mas depois de umas rodadas já tava tentando corrigir os amigos quando erravam os passos. É ali que você vê que ele entendeu a relação entre o movimento e o jogo, sabe? E quando eles começam a discutir entre eles sobre estratégia, ou tentam explicar pro colega como passar de fase usando menos energia, aí eu vejo que realmente captaram o espírito do negócio.

Eu também gosto de ouvir as conversas deles, às vezes fico ali no cantinho só pescando o que eles falam. Outro dia, escutei a Mariana explicando pro Lucas que ele deveria prestar mais atenção na postura dele enquanto jogava. Ela disse algo tipo: "Se você se mexer mais assim, vai ver que o jogo responde melhor". Olha só, é aí que eu percebo: ela sacou como entender e controlar o próprio corpo faz diferença na interação com a tecnologia.

Agora falando dos erros mais comuns que eu vejo, um é que muitos confundem velocidade com eficiência. O Pedro sempre quer ser o mais rápido no jogo de corrida, mas acaba perdendo porque não pensa na estratégia. Aí eu aproveito pra mostrar pra ele que não adianta só acelerar se ele não aprender a frear nas curvas. Outro erro comum é que às vezes eles acham que não precisam mexer tanto o corpo em jogos que parecem mais simples. A Júlia, por exemplo, no jogo da raquete virtual não movia direito os braços porque achava que só precisava dar um clique mental. Aí mostro pra galera que é importante se movimentar de forma completa pra conseguir bons resultados.

Quando eu vejo esses erros acontecendo na hora, paro tudo e faço uma mini-clínica ali mesmo. Chamo atenção deles pro ponto específico e peço pra repetirem aquele movimento ou estratégia até acertarem. Mas sempre tento fazer de um jeito leve, não quero que se sintam pressionados ou desmotivados.

E agora falando do Matheus e da Clara... Com o Matheus, que tem TDAH, eu preciso adaptar as atividades para manter o foco dele. Costumo dividir as tarefas em partes menores e dou pequenos intervalos entre elas. Ele também gosta muito de música, então às vezes coloco um fundo musical baixo durante as atividades. Isso ajuda ele a não se distrair tanto com barulhos externos. Uma vez tentei deixar ele jogando um jogo mais longo sem pausas e não deu certo; ele logo perdeu a concentração.

Já com a Clara, que tem TEA, mudo algumas coisas nas atividades para deixá-las mais previsíveis e estruturadas. Dou uma rotina bem clara do que vai acontecer e uso cartões visuais para ajudá-la a entender cada etapa do jogo ou exercício. Por exemplo, uma vez usei cartões coloridos para mostrar os passos de uma dança antes mesmo dela começar a jogar. Isso funcionou bem porque ela sabia exatamente o que esperar e foi menos ansiosa.

Também notei que ela se sai melhor em jogos individuais do que em grupos muito grandes, então tento sempre ajustar o tamanho do grupo quando possível. Agora, teve uma vez que tentei colocar ela num jogo muito barulhento e agitado logo de cara; percebi rapidamente que isso não foi uma boa ideia. Então aprendi a apresentar as atividades de forma mais gradual.

No fim das contas, o importante é conhecer seus alunos e estar sempre aberto a ajustar as coisas pra facilitar o aprendizado de cada um deles. Olha aí pessoal, essas são algumas das estratégias e desafios que encontro no dia a dia com essa habilidade específica. Gostaria de ouvir como vocês lidam com situações parecidas nas suas escolas! Vamos compartilhar essas experiências bacanas? Valeu por acompanhar até aqui!

Gere materiais prontos para esta habilidade

Plano de aula, lista de exercícios ou avaliação — tudo com o código EF67EF02 incluído.

Criar material em 30 segundos

Grátis para começar. Sem cartão.