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EF01HI03História · Ano · Ensino Fundamental - Anos Iniciais

Descrever e distinguir os seus papéis e responsabilidades relacionados à família, à escola e à comunidade.

Mundo pessoal: meu lugar no mundoAs diferentes formas de organização da família e da comunidade: os vínculos pessoais e as relações de amizade
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, quando a gente fala dessa habilidade EF01HI03, tá falando basicamente de ajudar os meninos do primeiro ano a entenderem os papéis que eles desempenham na vida deles: dentro de casa, na escola e onde moram. É tipo fazer eles perceberem que cada um tem sua função e que isso é importante pra convivência em grupo. Por exemplo, eles precisam começar a entender que em casa podem ajudar nas tarefas, que na escola têm responsabilidades com o material e que na comunidade devem respeitar o espaço público. É fazer os pequenos perceberem que não estão sozinhos no mundo e que tudo funciona melhor quando cada um faz sua parte.

Os meninos já vêm do infantil com alguma noção de convivência, sabem que têm que dividir brinquedos, por exemplo. O desafio agora é aprofundar isso, mostrando que além de dividir, cada um também tem um papel ativo em diferentes contextos. É legal ver como associam o que já sabem com essas novas ideias. E olha, é muito bonito quando eles fazem essas conexões tipo "ah, em casa eu ajudo minha mãe a guardar os brinquedos e aqui posso ajudar a arrumar os materiais."

Agora vou contar como trabalho isso em sala de aula com a galera. Uma das atividades que faço é o "Diário do Super-Herói". Parece bobo, mas faz sucesso! Peço pra cada aluno pensar nas tarefas que fazem em casa, na escola e na comunidade e escreverem num papel como se fossem super-heróis. Usamos folhas de sulfite e lápis de cor. Peço pra desenharem eles mesmos usando uma capa ou alguma coisa assim, depois escrevem sobre suas “missões”. A galera faz em duplas, porque assim um ajuda o outro a lembrar das atividades. Isso leva mais ou menos uns 40 minutos. E olha só, da última vez, o Pedro percebeu que ele ajuda a irmãzinha a tomar banho e ficou todo orgulhoso ao falar disso pros colegas! Foi bacana ver ele entendendo o valor daquilo.

Outra atividade que faço é aquela clássica chamada "Painel da Comunidade". A gente pega uma cartolina grande e desenha uma cidadezinha com ruas, casas, escola e tudo mais. Cada aluno desenha sua casa e coloca no lugar certo do painel. Depois cada um cola sua figurinha no painel e fala sobre uma responsabilidade que tem naquele ambiente. Essa atividade costuma levar uma aula inteira porque gosto de fazer com calma e dar tempo pra todos falarem. Eles ficam super empolgados pra mostrar onde moram e o que fazem por lá. Da última vez, a Ana Clara mostrou onde fica o mercadinho perto da casa dela e contou como ajuda o avô carregando as compras pequenas.

A terceira atividade envolve um teatrinho simples chamado "Na Escola ou em Casa?". Organizo grupos pequenos e dou algumas situações pra eles encenarem. Tipo assim: “Você está na escola e vê papel no chão” ou “Você está em casa e a luz está acesa sem ninguém no cômodo”. Eles têm que decidir se aquela situação pede uma ação na escola ou em casa e o que fariam pra resolver. Aí encenam rapidinho pras outras duplas ou trios. Isso geralmente não leva mais do que 30 minutos. O legal dessa atividade é ver como encaram a situação mesmo, fazem vozes diferentes e tudo mais! Uma vez o Lucas fez uma cena tão engraçada sobre desligar a luz que todos riram muito, mas também entenderam a importância de economizar energia.

Então pessoal, essas são algumas práticas que tenho usado pra desenvolver essa habilidade nos pequenos do primeiro ano. São atividades simples mas fazem diferença pra eles começarem a entender seus papéis no mundo ao redor. O interessante é ver como eles ficam empolgados quando percebem que têm algo importante a contribuir, mesmo sendo crianças. E claro, tudo isso acaba criando um ambiente mais acolhedor em sala porque eles começam a se ver como parte de um grupo maior, não só nas atividades mas na vida mesmo.

Se alguém tiver outras sugestões ou quiser saber mais detalhes sobre alguma dessas atividades, só falar aí! Adoro trocar ideias com vocês. Até mais!

ndo todo mundo colabora. Agora, você sabe como eu vejo que eles aprenderam mesmo sem fazer uma prova tradicional, né?

A primeira coisa que eu faço é ficar de olho nas interações entre eles. Circulo pela sala enquanto estão fazendo as atividades em grupo ou em dupla e presto atenção no que conversam. Já teve uma vez que a Maria e o João estavam discutindo sobre quem ia guardar os brinquedos na caixa. Aí o João falou: "Mas Maria, você já guardou a sua parte, agora é minha vez, pra todo mundo ajudar". Na hora eu pensei: "Esse entendeu a ideia de responsabilidade e cooperação". Olha só como é legal ouvir isso vindo deles.

Outra coisa é quando um aluno explica pro outro sem minha ajuda. O Pedro tava tendo dificuldade em entender por que tinha que levar os cadernos organizados pra escola. Aí o Lucas virou pra ele e disse: "Ó, se você não trouxer tudo certinho, vai acabar atrapalhando na hora de fazer as atividades e a professora vai ter que ajudar a encontrar o material em vez de ensinar". Ou seja, quando eles começam a se corrigir ou ensinar uns aos outros, fico com aquele sorrisão interno.

Agora, falando dos erros mais comuns, tem umas confusões que são de praxe. O Tiago, por exemplo, achava que ajudar em casa era só quando ele queria. Então ele dizia pra mãe que só ia guardar os brinquedos se ele ganhasse um chocolate depois. Aí expliquei pra ele que nem sempre a gente ganha uma recompensa imediata e que ajudar é parte de estar em família e viver junto. Já aconteceu também da Ana achar que respeitar o espaço público era só não jogar lixo no chão. Mas aí falei com ela sobre outras formas de respeito, tipo não gritar tanto na praça ou esperar a vez no balanço.

Esses erros vêm muito porque os meninos ainda estão desenvolvendo a noção de comunidade, sabe? Quando pego um erro desses na hora, tento transformar num aprendizado positivo. Às vezes faço uma encenação rápida na sala com exemplos do dia a dia ou conto uma história parecida pra eles se identificarem e aprenderem.

E olha, falando dos desafios, tem o Matheus com TDAH e a Clara com TEA na turma. Com o Matheus, o negócio é ter muita paciência e dar instruções claras e curtas. Se eu lançar uma atividade muito longa ou complicada de uma vez só, ele fica agitado. Então eu corto as atividades em etapas menores e faço intervalos curtos pra ele se mexer um pouquinho antes de voltar pro foco. Uma coisa que deu certo foi usar fichas coloridas pra ele ir marcando as partes da tarefa que já completou. Assim ele tem um visual da progressão.

Com a Clara, é uma questão de rotina e previsibilidade. Ela precisa saber o que vem depois, então manter um cronograma visível na sala ajuda bastante. Eu tento não ter surpresas repentinas nas atividades porque isso desestabiliza ela. Também percebi que atividades visuais e táteis chamam mais atenção dela do que as auditivas ou escritas. Então uso muita imagem e material pra tocar quando possível.

O que não rolou tão bem foi quando tentei uma atividade em grupo muito barulhenta pro Matheus. Ele se perdeu no meio da confusão e acabei precisando acalmar todo mundo antes de retomar a aula. Já com a Clara, tentei uma atividade externa sem preparar ela direito sobre o ambiente novo e foi um desastre total — aprendi a lição sobre preparar bem antes.

Enfim, acho que cada dia aprendemos algo novo sobre como lidar com diferentes necessidades dos alunos. É sempre um desafio, mas também bastante gratificante quando vejo progresso neles. Espero que essas experiências possam ajudar outros professores aí também!

Então é isso pessoal! Vou ficando por aqui hoje, mas adoraria saber como vocês estão lidando com essas coisas nas suas salas também! Um abração pra todo mundo!

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