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EF09LI18Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Analisar a importância da língua inglesa para o desenvolvimento das ciências (produção, divulgação e discussão de novos conhecimentos), da economia e da política no cenário mundial.

A língua inglesa no mundoA língua inglesa e seu papel no intercâmbio científico, econômico e político
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, trabalhar com a habilidade EF09LI18 da BNCC com os meninos do 9º Ano é um desafio bem interessante. A ideia é fazer eles entenderem como o inglês é uma peça-chave no desenvolvimento das ciências, economia e política no mundo todo. Na prática, não é sobre decorar palavras ou saber fazer lista de vocabulário. É mais sobre ter essa visão de como o inglês se conecta com essas áreas e saber discutir sobre isso. Os alunos precisam perceber como o idioma facilita a troca de ideias e informações entre países e culturas diferentes.

Por exemplo, se a gente pensar na ciência, muitas das pesquisas são publicadas em inglês para ter um alcance global. Então, quando a galera entra nesse assunto, eles precisam saber que o uso do inglês não é só uma questão de falar como os outros, mas sim de se conectar com um mundo maior de conhecimento. Na série anterior, os meninos já tinham uma base de como o inglês é usado em músicas, filmes e até mesmo nas redes sociais. Agora, a ideia é expandir isso para campos mais formais e mostrar a relevância do idioma em áreas que talvez eles ainda não tenham pensado muito.

A primeira atividade que faço é chamada "Notícias do Mundo". Uso reportagens curtas em inglês sobre temas atuais de ciência, economia ou política. Escolho artigos que tenham a ver com o que estão discutindo nas outras disciplinas também. Divido a turma em grupos de quatro ou cinco alunos, e cada grupo recebe um texto diferente. Dou cerca de 30 minutos para eles lerem e debaterem entre si sobre o que entenderam e por que aquele tema é importante globalmente. Depois, cada grupo apresenta o que discutiu para o resto da turma.

Uma vez, quando fiz essa atividade, teve um texto sobre as mudanças climáticas num jornal britânico. O João, sempre muito tímido, surpreendeu todo mundo falando sobre como o aquecimento global está afetando economicamente várias regiões do mundo. Ele se empolgou tanto que começou a fazer perguntas pros colegas sobre como eles acham que isso vai impactar o Brasil daqui pra frente. Foi ótimo ver ele se soltando e mostrando interesse.

Outra atividade que funciona bem é o "Painel Internacional". Uso vídeos curtos de debates ou palestras em inglês disponíveis online. Escolho temas variados como avanços tecnológicos ou tratados internacionais. Antes de mostrar o vídeo, peço pra turma anotar palavras ou expressões que já conhecem e tentar deduzir o sentido das novas pelo contexto. Depois do vídeo, faço uma roda de conversa pra eles compartilharem e discutirem as anotações deles.

Na última vez que fizemos isso, tinha um vídeo sobre inteligência artificial. A Maria ficou super intrigada com o assunto e começou a questionar como esses avanços tecnológicos podem mudar profissões no futuro. A discussão foi tão boa que estendeu além da aula de inglês e envolveu até os professores de outras disciplinas. Isso realmente mostra como os meninos estão começando a ligar os pontos entre o inglês e temas globais.

A terceira atividade é uma espécie de "Simulação da ONU". Essa é um pouco mais elaborada e leva umas duas aulas pra concluir. Divido a turma em grupos representando diferentes países. Cada grupo tem que apresentar sua posição sobre um problema mundial específico — pode ser algo como crise hídrica ou educação global — tudo em inglês, claro. Para isso, eles precisam fazer uma pesquisa prévia (que pode ser feita usando tradutores automáticos se necessário) e preparar um pequeno discurso onde defendem suas posições.

Uma cena engraçada dessa atividade foi quando o Pedro, representando um país europeu, teve que argumentar contra a posição do Brasil (representado pela Ana). Eles começaram meio sérios, mas acabaram rindo no final porque perceberam como estavam levando a sério suas respectivas culturas políticas só pra ganhar a "discussão". Mas no fim das contas eles aprenderam muito sobre como cada país pode ter visões bem diferentes sobre o mesmo problema.

É incrível ver como essas atividades ajudam os meninos a perceberem não só a importância do inglês no cenário mundial mas também como esse conhecimento pode ser divertido quando eles se envolvem de verdade. Sempre tem aqueles que reclamam no começo — normal — mas geralmente saem das aulas com uma nova perspectiva sobre tudo isso.

E é isso aí! Espero ter dado umas ideias legais pra quem tá começando agora ou procurando novas formas de abordar esse tema na sala de aula. Se alguém tiver outras dicas ou quiser trocar figurinhas sobre o assunto, tô por aqui! Até mais!

sobre novos medicamentos ou tecnologias são publicadas em inglês. E aí, a gente tenta trabalhar isso nas aulas com situações do dia a dia, filmes, músicas, debates sobre temas atuais, tipo mudanças climáticas e avanços tecnológicos. Mas, olha, além de planejar essas atividades, a parte mais legal mesmo é ver quando a ficha cai pros meninos, sabe?

Então, pra saber se eles realmente captaram a ideia sem precisar fazer uma prova formal, eu fico bem de olho no dia a dia mesmo. Quando tô circulando pela sala durante uma atividade em grupo, escuto as conversas. Tem uma hora que você sente que o aluno sacou o lance. Como quando o João tá ali explicando pro Felipe sobre um artigo que leu e ele fala "Ah, nesse estudo aqui eles tão usando tal técnica porque no artigo explica que é muito eficiente por causa de tal fator". É esse tipo de coisa que você percebe que o menino tá inteirado no assunto e entendeu como usar o inglês pra compreender um material mais complexo.

Outra coisa é quando um aluno ajuda o outro. Tipo a Ana, ela é ótima em pegar o contexto das coisas. Quando ela explica pros colegas por que determinada palavra foi usada num filme ou música, além de traduzir, ela fala do contexto, do que aquilo significa pra entender toda a conversa ou a letra da música. Esses momentos valem ouro porque mostram que os alunos não só entenderam o conteúdo mas sabem aplicá-lo de maneira prática.

Agora, falando dos erros mais comuns, um dos grandes vilões sempre é quando os meninos tentam traduzir tudo ao pé da letra. A Maria, por exemplo, vive querendo traduzir expressões idiomáticas do inglês pro português palavra por palavra e sai cada coisa engraçada! Erro comum nas aulas de inglês é traduzir "it's raining cats and dogs" como "tá chovendo gatos e cachorros", quando na verdade é só uma expressão pra dizer que tá chovendo muito forte. Aí tenho que explicar que expressão cultural não se traduz assim e o melhor é entender o sentido dela.

E tem também aquela dificuldade básica com falsos cognatos. O Lucas outro dia tava escrevendo sobre um tema político e usou "actually" achando que significava "atualmente". Expliquei pra ele que na verdade quer dizer "na verdade" ou "de fato", e aí ele começou a entender melhor o texto original.

Sobre o Matheus, que tem TDAH, eu adapto as atividades pra manter ele mais focado e engajado. Descobri que ele aprende melhor quando as tarefas são divididas em partes menores e há mais intervalos entre elas. Então se estamos discutindo um texto longo sobre ecologia em inglês, por exemplo, eu faço paradas programadas onde discutimos cada parte e eu permito que ele faça algum tipo de movimento físico ou mesmo use fidget toys pra ajudar na concentração. Ele também responde bem a jogos interativos e quizzes no computador.

Já com a Clara, que tem TEA, o negócio é dar estrutura bem clara nas atividades. Ela se beneficia muito quando sabe exatamente o que esperar de cada aula e como será cada atividade passo a passo. Eu uso muitos visuais com ela — gráficos, imagens — pra ilustrar ideias abstratas e ajudo-a a organizar as informações em mapas mentais. Além disso, dou tempo extra quando necessário e evito mudanças bruscas na rotina porque ela precisa desse tempo pra processar cada etapa.

Teve uma vez que tentei uma atividade mais livre com discussões abertas e percebi que não funcionou bem pra Clara porque ela ficou ansiosa sem saber como participar ou expressar suas ideias de maneira organizada. Voltei então pras atividades estruturadas com apoio visual e funcionou muito melhor.

Bom, pessoal, acho que é isso por hoje! Ensinar os meninos a verem o inglês como ferramenta global é uma jornada cheia de nuances mas também cheia de recompensas quando começamos a ver eles conectando os pontos sozinhos. Se alguém tiver mais dicas aí sobre como lidar com esses desafios ou quiser compartilhar suas experiências também, tô aqui só esperando! Abraço!

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