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EF09LI14Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Utilizar conectores indicadores de adição, condição, oposição, contraste, conclusão e síntese como auxiliares na construção da argumentação e intencionalidade discursiva.

Estudo do léxicoConectores (linking words)
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, pessoal, quando a gente fala dessa habilidade EF09LI14 da BNCC, eu vejo como uma forma de ajudar os alunos a se expressarem melhor em inglês, sabe? É tudo sobre usar aquelas palavrinhas que ajudam a gente a conectar ideias e construir um argumento mais forte. Tipo, usando "and" pra adicionar informações, "but" pra mostrar contraste, "if" pra condição, e por aí vai. Mas não é só jogar essas palavras no meio das frases, tem que fazer sentido, tem que encaixar direitinho na ideia que eles tão tentando passar. No 8º ano, os meninos já começam a ter contato com alguns conectores básicos, tipo "and", "or", "because". Aí no 9º ano a gente aprofunda e amplia esse conhecimento.

Bom, uma das atividades que faço é o "Desafio do Debate". Nela, eu levo um texto ou vídeo curto sobre um tema interessante pra eles, como tecnologia ou meio ambiente. Da última vez levei um texto sobre redes sociais e seus impactos. A ideia é formar grupos de cinco alunos e dar 15 minutos pra que discutam entre eles os pontos principais do texto e preparem argumentos. Eles têm que usar pelo menos três conectores diferentes nos argumentos. O material é simples: só o texto impresso mesmo. Depois desses 15 minutos de preparação, fazemos um debate em sala. Cada grupo apresenta seu ponto de vista em dois ou três minutos. A galera geralmente reage bem animada, gostam de defender suas opiniões. Teve uma vez que o Lucas e a Juliana estavam num grupo e começaram a debater sobre privacidade na internet usando vários conectores que aprenderam. Foi massa ver como eles conseguiram construir argumentos tão bem elaborados.

Outra atividade que faço chama "Caça aos Conectores". Essa é mais uma brincadeira mesmo. Eu entrego algumas músicas populares em inglês impressas pras duplas de alunos. Pedi pra eles tentarem encontrar e sublinhar todos os conectores que conseguirem identificar nas letras. Eles têm uns 20 minutos pra isso. Depois, a gente faz uma revisão coletiva, onde cada dupla fala os conectores que encontraram e tentamos entender juntos por que eles foram usados naquele contexto específico da música. É interessante porque as músicas trazem conectores num contexto natural e isso ajuda os meninos a entenderem como esses elementos funcionam na prática. Da última vez, a Ana Clara ficou super empolgada porque encontrou um monte de conectores numa música da Taylor Swift e conseguiu explicar direitinho por que estavam ali.

A terceira atividade é "Histórias Conectadas". Pra essa, eu uso só papel e caneta mesmo. Peço pros alunos escreverem uma história curta ou um parágrafo sobre um tema aleatório que escolhemos juntos na aula anterior. Pode ser algo como "um dia inesquecível" ou "um sonho bizarro". O desafio aqui é usar pelo menos cinco conectores diferentes no texto deles. Eles têm uns trinta minutos pra escreverem sozinhos, depois disso fazemos uma troca aleatória das histórias entre eles pra leitura e correção entre pares. Quando fiz isso na última aula, o Pedro escreveu uma história super engraçada sobre um cachorro que virou herói por um dia e usou conectores como "however" e "therefore" de maneira incrível. A turma toda riu com as peripécias do cãozinho herói.

No geral, os meninos reagem bem às atividades porque sempre tento encaixar algo do interesse deles nelas. Quando conseguem usar esses conectores de forma correta e natural nos textos ou falas, dá pra ver claramente o avanço na habilidade deles de se expressar em inglês. E eu sempre digo pra eles: aprender língua é prática mesmo, quanto mais vocês usarem esses elementos nas suas produções em inglês, melhor vocês vão ficar nisso.

É isso aí! Espero que essas dicas ajudem vocês também aí nas suas salas! Se tiverem outras ideias ou quiserem compartilhar como vocês trabalham essa habilidade, tô aqui curioso pra ouvir também! Até a próxima!

Aí, pessoal, continuando aqui sobre essa habilidade EF09LI14, uma coisa que eu adoro é ver como os alunos se desenvolvem no dia a dia, sem necessariamente precisar de uma prova formal pra perceber isso, sabe? A gente sente quando eles entendem de verdade quando circula pela sala, ouvindo as conversas entre eles. Já teve vez que eu tava passando pelas duplas durante um exercício e ouvi o Joãozinho explicando pra Ana: "Não, Ana, a gente usa 'but' aqui porque essa ideia é diferente daquela outra que você falou". Aí a gente pensa: "Ah, esse entendeu como usar os conectores do jeito certo".

Outra situação legal é quando eles ajudam uns aos outros. Tinha uma vez em que o Pedro tava com dificuldade e a Mariana explicou: "Olha, Pedro, você pode usar 'because' aqui pra mostrar o motivo". E ele ficou todo feliz quando percebeu que fazia sentido no contexto. Essas interações são ouro pra mim, porque é nesse momento que vejo que os meninos estão absorvendo o conteúdo.

Claro que nem tudo são flores e tem uns errinhos comuns que aparecem sempre. Por exemplo, a Sofia muitas vezes esquece de usar o "but" e acaba juntando ideias que não combinam, fazendo a frase ficar meio confusa. E isso acontece porque às vezes eles querem falar tudo de uma vez só e não param pra pensar na estrutura da frase. Quando eu pego isso na hora, costumo fazer ela voltar e pensar na frase de novo: "Sofia, você tá comparando duas ideias diferentes? Não seria melhor usar 'but' aqui?".

Outra situação engraçada foi com o Miguel. Ele adora usar "and" em tudo. Uma vez ele escreveu: "I like pizza and I don't like pasta and I have a dog and I'm happy". Aí eu brinquei: "Miguel, parece que você tá numa lista de compras! Vamos tentar conectar melhor as ideias?". E acho que esse tipo de correção na hora faz toda a diferença.

Agora, falando do Matheus, que tem TDAH, e a Clara, que tem TEA, adaptar as aulas pra eles é um desafio, mas também um aprendizado constante. Com o Matheus, eu percebi que é importante variar as atividades e deixá-las mais dinâmicas. Tipo assim, ao invés de ficar só no livro ou no caderno, eu tento trazer jogos ou atividades práticas. Teve um dia que usei cartas com conectores escritos nelas e espalhei pela sala. Aí ele tinha que pegar uma carta e montar uma frase. Funcionou super bem porque ele podia se movimentar e não ficava entediado.

Já com a Clara, a questão é manter uma rotina mais estruturada e previsível. Ela gosta de saber exatamente o que vai acontecer na aula. Então eu sempre começo a aula escrevendo no quadro o passo a passo do que vamos fazer. Outra coisa que deu certo foi usar recursos visuais. Cartazes com os conectores e exemplos ficam na altura dela no quadro, assim ela pode consultar quando tiver dúvida.

Mas claro que nem tudo são acertos. Teve uma vez que tentei usar um jogo de tabuleiro como atividade em grupo e percebi que não funcionou muito bem pra Clara. A interação em grupo foi confusa pra ela. Então agora eu sempre preparo uma versão individual das atividades quando sei que isso será mais confortável.

Concluir esse post me deixa pensando em como cada aluno tem seu ritmo e seu jeito de aprender. Trabalhar com essa diversidade é o que torna nosso trabalho desafiador e gratificante ao mesmo tempo. Espero ter ajudado algum colega aí com essas experiências! Vamos juntos nessa caminhada educacional.

Até a próxima conversa!

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