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EF09LI15Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Empregar, de modo inteligível, as formas verbais em orações condicionais dos tipos 1 e 2 (If-clauses).

GramáticaOrações condicionais (tipos 1 e 2)
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, quando a gente fala da habilidade EF09LI15 da BNCC, é sobre ensinar os meninos a usar aquelas orações condicionais em inglês, sabe? Tipo aquelas frases que começam com "If". Aí tem o tipo 1 e o tipo 2. O tipo 1 é pra falar de coisas que podem realmente acontecer: "If it rains, I will stay home." Quer dizer, se chover, eu vou ficar em casa. Já o tipo 2 é mais hipotético, uma coisa que não é real agora: "If I were rich, I would travel the world." É tipo sonhar, né? Se eu fosse rico, eu viajaria o mundo.

Pro aluno conseguir dominar isso, ele precisa entender bem o uso dos tempos verbais e como que isso muda o significado da frase. No 8º ano, eles já tinham visto um pouco de futuro simples e passado simples, mas agora no 9º a coisa fica mais complexa porque junta essas ideias com condições. Então, a transição é mais sobre conectar essas ideias com a vida real deles e deixar eles se expressarem de uma forma que faça sentido.

Aí nas minhas aulas, eu gosto de fazer umas atividades práticas mesmo pra deixar a coisa mais viva e menos só a teoria chatona. Uma atividade que faço é usando aquelas músicas famosas que a galera gosta. Tipo assim, pego uma música que tem várias frases com "If" e levo a letra impressa. Organizo a turma em duplas porque eles se ajudam mais assim, um completa o outro. A gente escuta a música junto na sala, leva uns 10 minutos ouvindo e discutindo o que entenderam. Depois, eles sublinham as frases condicionais e traduzem pro português tentando explicar o que cada frase quer dizer. Na última vez que fiz isso, o João e a Maria estavam discutindo sobre o que significava "If I were a boy" daquela música famosa da Beyoncé. Foi engraçado porque eles começaram a pensar na perspectiva dela e até fizeram piada dizendo "se eu fosse um professor". A galera toda riu!

Outra atividade legal é aquela de criar histórias malucas usando condicionais. Divido a turma em pequenos grupos de 3 ou 4 alunos e dou um papel pra cada grupo com uma situação inicial bem absurda tipo: "If I had superpowers". Eles têm uns 20 minutos pra criar uma história curta usando pelo menos cinco frases condicionais diferentes. O resultado é sempre divertido porque os meninos soltam a imaginação mesmo! Da última vez que fizemos isso, o Lucas veio com uma história onde ele era um super-herói que só podia voar se estivesse comendo chocolate. Se não comesse chocolate, ele perdia os poderes. A história foi tão engraçada que até os alunos mais tímidos começaram a participar e criar suas próprias histórias sem medo de errar.

E olha só, também faço um debate meio improvisado. Eu dou um tema polêmico pra turma discutir e eles têm que responder usando frases condicionais. Por exemplo: "If you were the president, what would you change in our country?" Esse tipo de pergunta faz eles pensarem em coisas sérias mas de uma forma leve porque tudo é hipotético. Organizo isso como uma roda de conversa com todo mundo sentado em círculo pra ficar mais próximo e menos formal. Cada aluno tem sua vez de falar durante uns 2 minutos e depois outros podem comentar ou discordar educadamente. Na última vez que fizemos isso, o Pedro saiu com umas ideias bem legais sobre educação e saúde usando várias frases do tipo 2 em inglês. Foi legal ver como ele conseguiu expressar suas ideias direitinho.

No geral, os meninos reagem bem a essas atividades porque elas fogem daquele esquema tradicional só de ficar escrevendo no caderno e ouvindo explicação do professor na lousa. Eles gostam de interagir mais entre si e acho que isso ajuda muito na fixação do conteúdo porque eles estão usando na prática e não só decorando regras gramaticais.

Enfim, é assim que eu procuro trabalhar essas orações condicionais com os meninos do 9º ano. Sempre tentando conectar com o dia a dia deles e fazendo com que eles se sintam confortáveis pra errar mesmo porque aprendem muito mais quando tentam usar na vida real do que só lendo gramática no livro. É isso aí!

E olha, saber se a galera entendeu mesmo esse lance das condicionais não precisa de prova formal não! Na sala de aula, gosto de estar sempre circulando ali pelo meio dos meninos enquanto eles tão fazendo as atividades. É ali que a gente pega no ar se eles sacaram a coisa ou não. Tipo assim, quando o João vira pra Maria e fala alguma coisa como “If you come to my party, we will have pizza”, eu já fico todo animado porque aí eu penso: “Olha só, o menino tá usando certinho o tipo 1!”. E tem também aquela hora em que você percebe que um aluno tá explicando pro outro – nossa, essa é a melhor! Parece que o entendimento tá fluindo. Eu lembro do dia que o Lucas tava tentando ajudar o Pedro com uma dessas frases, falando “Não, Pedro, é ‘If I were’ e não ‘If I was’”. Gente, eu quase aplaudi!

Agora, claro que erros acontecem, né? E é normal. Um erro comum é confundir os tempos verbais. Aí vejo muita gente falando coisas tipo “If I will go to the party, I will see her”. Eu sei que parece intuitivo colocar "will" no começo e no meio da frase, mas aí não bate com o padrão do inglês. Já peguei a Beatriz várias vezes nessa, então sento do lado dela e digo: “Bea, lembra que no ‘If’ a gente usa presente simples no tipo 1”. Aí ela faz aquele “ah!” e corrige rapidinho. Os meninos também misturam as regras do tipo 1 com o tipo 2. O Felipe uma vez escreveu: “If he comes late, he would miss the bus”. Aí eu pergunto: “Felipe, você acha que ele tem chance de perder o ônibus ou isso é uma suposição?” Isso dá aquele clique neles e ajuda a associar melhor as regras.

Sobre os alunos com necessidades especiais, como o Matheus que tem TDAH e a Clara com TEA, sempre tento adaptar um pouco as coisas. Pro Matheus, é importante manter as atividades mais dinâmicas e dividir em partes menores. Por exemplo, colocar ele pra fazer uma parte da atividade em pé ou até mesmo desenhar uma cena que represente a frase condicional dele. Isso ajuda ele a se concentrar melhor e canalizar aquela energia toda. Outra coisa legal é usar cartões coloridos pra ele escolher qual tempo verbal usar em cada parte da frase. Já percebi que essas cores ajudam ele a fixar melhor.

Já com a Clara, procuro sempre garantir que ela tenha um ambiente previsível e calmo. Com ela funciona bem utilizar rotações de estações na sala de aula onde ela possa ter um pouco mais de espaço e silêncio pra processar as informações no tempo dela. Às vezes criamos juntos scripts visuais pra frases condicionais, tipo quadrinhos, sabe? Isso ajuda ela a visualizar as situações melhor. Importante também é não sobrecarregar com muitas informações de uma vez – vou aos poucos e sempre confirmo se ela entendeu antes de seguir adiante.

Teve um dia que tentei usar música pra ensinar as condicionais pensando que ia ser um sucesso com todo mundo... mas não deu muito certo pra Clara, porque tinha muita informação ao mesmo tempo e o ritmo deixava ela bem ansiosa. Já pro Matheus até deu certo porque ele curte música e isso o ajudou a se concentrar mais na atividade.

Bom, pessoal, acho que é isso! Espero que essas experiências possam ajudar vocês aí na sala de aula também. Cada aluno é um universo diferente e é maravilhoso quando a gente consegue encontrar formas de aproximá-los do conteúdo de um jeito que faça sentido pra eles. Qualquer coisa tô por aqui no fórum pra gente trocar mais ideias. Abraços!

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