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EF07LI16Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Reconhecer a pronúncia de verbos regulares no passado (-ed).

Estudo do léxicoPronúncia
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EF07LI16 da BNCC, de reconhecer a pronúncia de verbos regulares no passado, é um desses pontos que parecem simples, mas que são cruciais pra galera do 7º ano entender bem se quiserem usar inglês direitinho. Tipo assim, na prática, o aluno precisa conseguir saber quando o verbo no passado termina com aquele som de "t", "d" ou "id", dependendo do verbo. Não é só jogar o "-ed" lá no fim e pronto. Tem toda uma questão de som e fluência na fala.

No ano anterior, eles já tinham algum contato com o passado dos verbos, mas a ênfase era mais em saber que existia esse "-ed" que transforma o verbo pro passado. Agora a gente precisa ir além e afiar o ouvido deles. Por exemplo, pegar os verbos "watched", "played" e "needed". Eles precisam perceber que é diferente: "watcht", "playd" e "needid". Parece detalhe, mas isso muda tudo quando eles vão conversar com alguém ou entender um áudio. A gente quer tirar aquela cara de interrogação quando ouvem uma dessas palavras fora do contexto da sala.

Então, pra trabalhar isso em sala, eu faço umas atividades que ajudam os meninos a desenvolverem essa habilidade sem ficar só na teoria.

Primeiro, eu gosto de usar música pra ensinar. Músicas são uma mão na roda pra pegar pronúncia. Escolho uma musiquinha pop que os alunos curtem e que tenha vários verbos no passado. Imprimo a letra sem essas palavras e peço pra eles ouvirem e completarem. Durante a atividade, eles vão escutando e tentando entender qual som aparece no final dos verbos. Normalmente levo uns 20 minutos pra fazer isso em sala. A turma adora música! Na última vez que fiz isso, a Camila começou a cantar alto (com aquela empolgação típica dela) e até quem não gosta muito de inglês se animou.

Outra coisa legal é uma brincadeira chamada "Jogo do Som". Eu pego cartõezinhos com verbos no infinitivo de um lado e no passado do outro. A turma se divide em grupos pequenos e cada grupo recebe um conjunto de cartões. Um aluno lê o verbo no passado em voz alta e os outros tentam adivinhar qual é o infinitivo. Aí discutem entre eles qual som ouviram: "t", "d" ou "id". Isso geralmente leva uns 25 minutos e é um ótimo jeito de eles praticarem entre si sem aquela pressão de acertar sempre. Da última vez que fizemos, o João estava no grupo do meio lá atrás, e ele ficou todo animado porque acertou vários. O legal foi ver como os colegas do grupo começaram a pedir dicas pra ele.

E tem também o uso de vídeos curtos. Escolho uns vídeos educativos do YouTube que mostram animações ou situações cotidianas com diálogos simples. Antes de ver o vídeo, eu entrego uma lista de verbos regulares que vão aparecer e peço pra anotarem como acham que cada verbo vai soar no vídeo. Depois assistimos juntos (uns 15 minutos de vídeo) e fazemos um feedback sobre as percepções deles. Normalmente, reservo uns 10 minutos pra discussão depois do vídeo. Na última sessão disso, a Maria Eduarda soltou um "Ahhh!" quando percebeu como tinha errado um som na antecipação dela. O bacana é que essa surpresa ajuda eles a se lembrarem melhor depois.

Aí vem aquele momento gostoso em que você vê as fichas caindo pra eles, sabe? Esses tipos de atividades, além de deixarem a aula mais dinâmica e menos cansativa, realmente fazem com que os meninos se engajem mais com o conteúdo e entendam a importância da pronúncia correta na comunicação em inglês.

Bom, é assim que eu tento trabalhar essa habilidade na sala com os meninos. Claro que nem tudo são flores sempre; às vezes rola uma dificuldade maior aqui e ali, mas parte do trabalho é essa persistência mesmo. E o retorno vem quando ouvimos eles começando a aplicar isso em outras circunstâncias fora da sala de aula.

Então é isso aí! Se alguém tiver mais ideias ou quiser compartilhar como trabalha esse ponto na sala de aula também, tô curioso pra saber!

Aí, continuando o papo sobre essa habilidade EF07LI16, uma coisa que eu sempre acho fascinante é ver como os meninos começam a pegar o jeito da coisa no dia a dia, sem precisar daquela prova formal. Tipo, tem um momento específico em que você sente "opa, esse aí entendeu", e isso é demais. Quando tô circulando pela sala durante as atividades, prestando atenção nas conversas deles, às vezes você ouve um aluno ajudando o outro. Dá pra perceber quando alguém fala, por exemplo, "Ah, não é 'walked' com som de 'id', é só 't'". É tipo uma luzinha acendendo na cabeça deles.

Teve um dia que o Felipe tava explicando pra Luana que "washed" termina com som de "t", e não de "id" como ela tinha dito. A forma como ele falou mostrou que ele não só decorou, mas entendeu o porquê. Olha, ver aluno ajudando aluno é um dos sinais mais claros de que a coisa tá entrando no eixo. Fico ali só observando e pensando, "ah moleque, pegou mesmo!"

Agora, falando dos erros comuns da turma... olha, tem uns clássicos que aparecem sempre. Um dos mais frequentes é os meninos colocarem o som errado no final dos verbos. Tipo a Mariana que vira e mexe coloca som de "id" em todos os verbos só porque acha bonitinho e fácil de lembrar. Coisa de costume mesmo. Normalmente, esse erro acontece porque eles ainda tão pensando na escrita e não tanto na fala. Aí eu fico reforçando com eles para falarem os verbos em voz alta e ouvirem como soa cada um.

Outra coisa que acontece é quando confundem os sons por causa de outros idiomas que já ouviram em casa ou na TV. O João, por exemplo, sempre mistura os sons porque os pais falam espanhol em casa e alguns verbos acabam saindo meio enrolados. Nesse caso, a gente faz uns exercícios de escuta onde coloco áudios com diferentes sotaques pra eles pegarem melhor a pronúncia variada.

E tem ainda a questão dos alunos que precisam de um pouco mais de atenção individualizada. O Matheus, por exemplo, tem TDAH e precisa de um jeito diferente pra conseguir focar. Com ele, eu tento usar atividades mais dinâmicas e divididas em partes menores. Experimentei usar cartões coloridos com os verbos escritos de um lado e a pronúncia do passado do outro. Isso parece funcionar bem pra ele porque consegue ficar mudando de atividade sem perder o foco completo. Mas já testei algumas vezes deixar ele ver vídeos educativos longos sobre pronúncia e aí não deu certo porque ele acabava dispersando.

A Clara tem TEA e geralmente precisa de mais previsibilidade nas atividades. Com ela, eu tento manter uma rotina bem clara do que vai ser feito na aula. Usamos fichas visuais onde ela pode ver o passo a passo da atividade antes mesmo de começarmos. Uma coisa que notei é que ela se dá muito bem quando deixo ela ouvir gravações no próprio ritmo dela usando fones de ouvido durante as aulas práticas. Ela consegue repetir até se sentir segura com a pronúncia.

Uma vez testei fazer uma simulação de diálogo em grupo com ela sem aviso prévio e foi bem desafiador porque a Clara não estava preparada para interagir nesse contexto sem saber antes o que esperar. Aprendi que com ela o segredo é sempre avisar com antecedência sobre qualquer mudança ou tarefa nova.

E assim vamos indo, ajustando as velas conforme preciso pra cada aluno navegar melhor essa jornada do aprendizado do inglês. Cada um tem seu tempo e jeito de aprender, e a gente tá ali pra dar aquele empurrãozinho na direção certa.

Bom, pessoal, acho que por hoje é isso. Espero ter conseguido passar um pouco da prática dessa habilidade do inglês na sala e como a gente vai adaptando pra cada aluno. Se tiverem dicas ou quiserem trocar ideias sobre estratégias diferentes, tô aqui pra ouvir também! Até mais!

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